Queria levar-te a um país de Verdade e de Fé
Onde só existe o Bem e a Paz e não há malvadez.
Queria levar-te a viver num Paraíso de Amor e Pureza
Onde todos se amam e se vive em comunhão com a Natureza.
Mas esse lugar fica longe e não te posso lá levar,
Por isso, em vez disso, levo-te sempre dentro do meu coração!
Autora: Cristina Maria Maias Oliveira
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sábado, 20 de outubro de 2018
segunda-feira, 1 de outubro de 2018
Ode ao Silêncio
Chiu!
Calem-se!
Parem!
Deixem-me ouvir o Silêncio!
Ah! Eu gosto de ouvir o Silêncio
De ouvir o que ele diz!
Dá-me uma paz ouvir o Silêncio…!
Ah! Bendito Silêncio!
Tu dás paz à minha alma
Fazes voar o meu espírito
E ele voa, ah, voa para longe deste inferno!
Voa para o longínquo tempo onde havia natureza
Onde se ouvia o barulho das folhas das árvores moverem-se ao sabor do vento
Onde as águas dos rios corriam livres no seu percurso
Onde se acordava com o cantar dos pássaros
E onde até, por vezes, se ouvia o desabrochar das flores…!
Ah! Que saudades desse tempo!
Mata-me as saudades do tempo em que eu era feliz!
Ah! Bendito Silêncio!
Inunda os meus ouvidos com a tua voz
E transporta-me de novo para esse tempo…
Autora: Cristina Maria Maias Oliveira
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Calem-se!
Parem!
Deixem-me ouvir o Silêncio!
Ah! Eu gosto de ouvir o Silêncio
De ouvir o que ele diz!
Dá-me uma paz ouvir o Silêncio…!
Ah! Bendito Silêncio!
Tu dás paz à minha alma
Fazes voar o meu espírito
E ele voa, ah, voa para longe deste inferno!
Voa para o longínquo tempo onde havia natureza
Onde se ouvia o barulho das folhas das árvores moverem-se ao sabor do vento
Onde as águas dos rios corriam livres no seu percurso
Onde se acordava com o cantar dos pássaros
E onde até, por vezes, se ouvia o desabrochar das flores…!
Ah! Que saudades desse tempo!
Mata-me as saudades do tempo em que eu era feliz!
Ah! Bendito Silêncio!
Inunda os meus ouvidos com a tua voz
E transporta-me de novo para esse tempo…
Autora: Cristina Maria Maias Oliveira
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segunda-feira, 10 de setembro de 2018
O mundo é bom e belo ... Enquanto alguém olhar para ele com amor…
Como podes viver sem saberes se o que fazes é certo?
Como podes viver sem saberes o que queres?
Como podes acordar de manhã e voltar para a vida
Sem saberes o que os outros esperam de ti?
Como podes ter sonhos sem saberes se estes vão ser realidade?
Como podes continuar a sonhar seres o que não és?
Como podes continuar a caminhar nos dias
E sorrir, olhando o mundo com amor?
Sim, não sei se o que faço é certo.
Não sei o que quero nem o que os outros esperam de mim.
Não sei se os meus sonhos se tornarão realidade
E mesmo assim continuo a sonhar ser o que não sou
E continuo a caminhar nos dias
E sorrio porque o mundo é bom e belo
Enquanto alguém olhar para ele com amor…
Autora: Cristina Maria Maias Oliveira
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Como podes viver sem saberes o que queres?
Como podes acordar de manhã e voltar para a vida
Sem saberes o que os outros esperam de ti?
Como podes ter sonhos sem saberes se estes vão ser realidade?
Como podes continuar a sonhar seres o que não és?
Como podes continuar a caminhar nos dias
E sorrir, olhando o mundo com amor?
Sim, não sei se o que faço é certo.
Não sei o que quero nem o que os outros esperam de mim.
Não sei se os meus sonhos se tornarão realidade
E mesmo assim continuo a sonhar ser o que não sou
E continuo a caminhar nos dias
E sorrio porque o mundo é bom e belo
Enquanto alguém olhar para ele com amor…
Autora: Cristina Maria Maias Oliveira
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sexta-feira, 18 de maio de 2018
Alguém
Sei de alguém que coleciona títulos de respeitabilidade, só pelo prazer de ser olhada em cima de um pedestal.
Sei de alguém que dá o dito por não dito, sem intenção alguma de o lamentar.
Sei de alguém que se rodeia de gente digna e culta, só para parecer ser o que nunca será.
Sei de alguém para quem nada é impossível, até um dia dela precisares.
Sei de alguém...
Tu... que nunca olhas além de ti e dos teus, que nunca vês para além dos teus muros e quintais, que nunca passou da sua linha de horizonte...
Tu... para quem nada é bom o suficiente, para quem ninguém lhe chega aos calcanhares, para quem o mal nos outros é mousse de chocolate...
Não sei como continuar esta relação, não sei como continuar a conviver contigo, não sei como fingir que está tudo bem, não sei como esconder que começo a odiar-te...
Autora: Cristina Maria Maias Oliveira
Respeite os direitos de autor / se copiar divulgue a autoria.
Sei de alguém que dá o dito por não dito, sem intenção alguma de o lamentar.
Sei de alguém que se rodeia de gente digna e culta, só para parecer ser o que nunca será.
Sei de alguém para quem nada é impossível, até um dia dela precisares.
Sei de alguém...
Tu... que nunca olhas além de ti e dos teus, que nunca vês para além dos teus muros e quintais, que nunca passou da sua linha de horizonte...
Tu... para quem nada é bom o suficiente, para quem ninguém lhe chega aos calcanhares, para quem o mal nos outros é mousse de chocolate...
Não sei como continuar esta relação, não sei como continuar a conviver contigo, não sei como fingir que está tudo bem, não sei como esconder que começo a odiar-te...
Autora: Cristina Maria Maias Oliveira
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sábado, 28 de abril de 2018
Dreams
I want to be free like the birds
I want to be small like an ant
I want to live under the earth like the mole
Not to see the world as it really is.
I want to live in the Amazon
With the animals and the native
Not to face the "civilized men"
Who talk of peace and make the war.
I don´t want poverty,
I don´t want hunger,
I don´t want war
Or the other atrocities of our world.
I just want to sleep for a hundred years
Dreaming with a better world.
Perhaps when i wake up
The world will be like the one in my dream...
Autora: Cristina Maria Maias Oliveira
Respeite os direitos de autor / se copiar divulgue a autoria.
I want to be small like an ant
I want to live under the earth like the mole
Not to see the world as it really is.
I want to live in the Amazon
With the animals and the native
Not to face the "civilized men"
Who talk of peace and make the war.
I don´t want poverty,
I don´t want hunger,
I don´t want war
Or the other atrocities of our world.
I just want to sleep for a hundred years
Dreaming with a better world.
Perhaps when i wake up
The world will be like the one in my dream...
Autora: Cristina Maria Maias Oliveira
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sábado, 12 de setembro de 2015
O que tenho estado a pensar...
Tenho andado ausente dos blogues e das redes sociais. Confesso que me sinto desanimada com algumas ideias e atitudes que vejo à minha volta, tanto no mundo virtual como no real. Algumas pessoas ou têm memória curta ou são hipócritas, ou têm realmente muito medo ou uma pedra no lugar do coração...
Estou a falar do drama dos refugiados na Europa. Sim, eu sei, toda a gente fala nisso. Eu também já falei na minha página de facebook, aqui, pois acho que este tipo de coisas deve ser falado e não devemos fingir que nada se passa. Mas depois vi o que algumas pessoas são capazes de pensar e falar e decidi afastar-me.
Actualmente, prevê-se que Portugal acolha 3074 refugiados. Multiplicam-se as palavras de boas-vindas, mas também as palavras de ódio, medo, etc.
Decidi partilhar hoje este texto que vi no blogue Cocó na Fralda, uma vez que traduz exactamente o que eu penso acerca desta questão.
Espero melhores dias e melhor disposição para me dedicar mais à blogosfera...
"Um Homem é um Homem. Um Homem a morrer afogado é um Homem. Mesmo que não seja refugiado a sério, mesmo que até tenha acabado de matar outro Homem. Um Homem a morrer afogado é um Homem, e primeiro salvam-se vidas, depois trata-se do resto.
Há oportunistas, haverá potenciais terroristas, há fanáticos religiosos. Haverá. Mas primeiro salvam-se vidas, depois trata-se do resto. Quando um Homem está a morrer afogado não há tempo para lhe perguntar se aceita a nossa liberdade religiosa, a nossa igualdade, a nossa Democracia.
A nossa religião, para os que a temos, ensina isso, mesmo a quem não comunga. A nossa Democracia, que é mais do que votar, depende isso.
Primeiro salvam-se vidas, depois trata-se do resto.
E o resto não é pouco. Claro que não podem todos ficar. Claro que ter missões de salvamento junto à costa é promover maiores fluxos. Claro que por cada asilo concedido se promove maior tráfico de Homens. Mas agora há Homens a morrer. Primeiro salvam-se vidas, depois trata-se do resto.
Não, não há lugar para todos. Não, não é possível abrir as portas e deixar entrar e ficar quem quiser. A emigração tem de ser controlada. Claro que tem. Mas um Homem a morrer afogado é um Homem.
Claro que há mais sofrimento no Mundo. Provavelmente gente mais justa, gente melhor, gente mais pobre e miserável. Pois há. E não os vamos salvar todos. Pois não. Nem quero. Ou melhor, sei que não é por querer que se resolve, nem é por se querer que é possível. E desejar o impossível pode ficar bem, nas não serve para quase nada.
Mas um Homem a morrer afogado é um Homem.
E, se um dia, uma destas vidas salvas se explodir no meio de nós, se um deles se radicalizar e matar outros Homens, ainda assim teremos feito o correcto, o que é justo.
Eu prefiro morrer um dia num metro em Londres, morto por uma bomba, a deixar morrer um Homem porque tenho medo de um dia ter medo dele.
E, sim, pago a minha quota-parte extra. Digam-me onde a entrego."
Henrique Burnay
Daqui
Estou a falar do drama dos refugiados na Europa. Sim, eu sei, toda a gente fala nisso. Eu também já falei na minha página de facebook, aqui, pois acho que este tipo de coisas deve ser falado e não devemos fingir que nada se passa. Mas depois vi o que algumas pessoas são capazes de pensar e falar e decidi afastar-me.
Actualmente, prevê-se que Portugal acolha 3074 refugiados. Multiplicam-se as palavras de boas-vindas, mas também as palavras de ódio, medo, etc.
Decidi partilhar hoje este texto que vi no blogue Cocó na Fralda, uma vez que traduz exactamente o que eu penso acerca desta questão.
Espero melhores dias e melhor disposição para me dedicar mais à blogosfera...
"Um Homem é um Homem. Um Homem a morrer afogado é um Homem. Mesmo que não seja refugiado a sério, mesmo que até tenha acabado de matar outro Homem. Um Homem a morrer afogado é um Homem, e primeiro salvam-se vidas, depois trata-se do resto.
Há oportunistas, haverá potenciais terroristas, há fanáticos religiosos. Haverá. Mas primeiro salvam-se vidas, depois trata-se do resto. Quando um Homem está a morrer afogado não há tempo para lhe perguntar se aceita a nossa liberdade religiosa, a nossa igualdade, a nossa Democracia.
A nossa religião, para os que a temos, ensina isso, mesmo a quem não comunga. A nossa Democracia, que é mais do que votar, depende isso.
Primeiro salvam-se vidas, depois trata-se do resto.
E o resto não é pouco. Claro que não podem todos ficar. Claro que ter missões de salvamento junto à costa é promover maiores fluxos. Claro que por cada asilo concedido se promove maior tráfico de Homens. Mas agora há Homens a morrer. Primeiro salvam-se vidas, depois trata-se do resto.
Não, não há lugar para todos. Não, não é possível abrir as portas e deixar entrar e ficar quem quiser. A emigração tem de ser controlada. Claro que tem. Mas um Homem a morrer afogado é um Homem.
Claro que há mais sofrimento no Mundo. Provavelmente gente mais justa, gente melhor, gente mais pobre e miserável. Pois há. E não os vamos salvar todos. Pois não. Nem quero. Ou melhor, sei que não é por querer que se resolve, nem é por se querer que é possível. E desejar o impossível pode ficar bem, nas não serve para quase nada.
Mas um Homem a morrer afogado é um Homem.
E, se um dia, uma destas vidas salvas se explodir no meio de nós, se um deles se radicalizar e matar outros Homens, ainda assim teremos feito o correcto, o que é justo.
Eu prefiro morrer um dia num metro em Londres, morto por uma bomba, a deixar morrer um Homem porque tenho medo de um dia ter medo dele.
E, sim, pago a minha quota-parte extra. Digam-me onde a entrego."
Henrique Burnay
Daqui
quarta-feira, 2 de outubro de 2013
O que eu gostaria de visitar em Sintra...
Depois de uma série de posts sobre a minha lua-de-mel passada em Sintra, nos quais falei e mostrei um pouco do Hotel Sintra Jardim, do Centro Histórico da Vila, do Castelo dos Mouros, do Palácio e Parque da Pena e do Convento dos Capuchos, venho hoje falar sobre aqueles lugares / monumentos históricos de Sintra que eu gostaria de ter visitado na altura, se o tempo (cronológico e meteorológico) tivesse permitido.
Pois bem, se pudesse, e espero um dia poder fazê-lo, teria visitado:
O Palácio Real de Queluz, também chamado de Palácio Nacional de Queluz, consiste num palácio do século XVIII. Um dos últimos grandes edifícios em estilo rococó erguidos na Europa, o imóvel foi construído como um recanto de verão para D. Pedro de Bragança.
Serviu como um discreto lugar de encarceramento para a rainha D. Maria I, enquanto demente e sobretudo despois da morte de D. Pedro, em 1786. Após o incêndio que atingiu o Palácio da Ajuda em 1794, o Palácio de Queluz tornou-se a residência oficial do Príncipe Regente português, o futuro D. João VI e de sua família.
Permaneceu assim até à fuga da Família Real para o Brasil, em 1807, devido às Invasões Francesas.
A construção do Palácio iniciou-se em 1747, tendo como arquitecto Mateus Vicente de Oliveira. Apesar de ser muito menor, é chamado frequentemente o "Versailles português". A partir de 1826, o palácio deixou lentamente de ser o eleito pelos soberanos portugueses. Após um grave incêndio ocorrido em 1934, o qual destruiu o seu interior, o monumento foi extensivamente restaurado e, hoje, encontra-se aberto ao público.
Uma das alas do Palácio de Queluz, o Pavilhão de Dona Maria, construído entre 1785 e 1792 pelo arquitecto Manuel Caetano de Sousa, é, na actualidade, um quarto de hóspedes exclusivo para chefes de Estado estrangeiros em visita a Portugal.
Está classificado como Monumento Nacional desde 1910.
O Palácio de Monserrate insere-se no Parque de Monserrate, situado na Freguesia de São Martinho.
O palácio foi projectado pelos arquitectos Thomas James Knowles (pai e filho) e construído em 1858, por ordem de Sir Francis Cook, visconde de Monserrate. A elaboração dos jardins soube explorar as particularidades micro-climáticas da Serra, obtendo-se, deste modo, um magnífico parque, no qual se podem observar, ainda hoje, mais de 3.000 espécies exóticas.
Este palácio, que foi a residência de Verão da família Cook, foi construído sobre as ruínas da mansão neo-gótica edificada pelo comerciante inglês Gerard de Visme, o responsável pelo primeiro palácio de Monserrate. William Beckford alugou a propriedade em 1793, realizando obras no palácio, começando a criar um jardim paisagístico. É um exemplar sugestivo do Romantismo português, ao lado de outros palácios na região, como o Palácio da Pena. Actualmente encontra-se classificado como Imóvel de Interesse Público desde 1978.
O Palácio de Monserrate foi visitado por Lord Byron, poeta anglo-escocês e figura grada do Movimento Romântico. Visitou a quinta em 1809 e cantou a sua beleza no poema "Childe Harold's Pilgrimage". O Palácio de Monserrate tem ainda uma breve aparição na mini-série de TV, 'As Viagens de Gulliver', de 1996.
Por entre árvores dos quatro cantos do mundo, cascatas e lagos, caminhar no Parque de Monserrate é sentir-se envolvido por uma mística romântica.
O Palácio da Regaleira é o edifício principal e o nome mais comum da Quinta da Regaleira. Também é designado Palácio do Monteiro dos Milhões, denominação associada à alcunha do seu antigo proprietário, António Augusto Carvalho Monteiro. O palácio está situado na encosta da serra e a escassa distância do Centro Histórico de Sintra, estando classificado como Imóvel de Interesse Público desde 2002.
Carvalho Monteiro, pelo traço do arquitecto italiano Luigi Manini, transforma a quinta de 4 hectares num palácio rodeado de luxuriantes jardins, lagos, grutas e construções enigmáticas, lugares estes que ocultam significados alquímicos, como os evocados pela Maçonaria, Templários e Rosa-cruz. Modela o espaço em traçados mistos, que evocam a arquitectura românica, gótica, renascentista e manuelina.
A Quinta da Regaleira é um lugar para se sentir. Não basta contar-lhe a memória, a paisagem, os mistérios. Torna-se necessário conhecê-la, contemplar a cenografia dos jardins e das edificações, admirar o Palácio, verdadeira mansão filosofal de inspiração alquímica, percorrer o parque exótico, sentir a sua espiritualidade.
O majestoso Palácio de Seteais é, há mais de dois séculos, parte integrante da exuberante paisagem histórico-artística da serra de Sintra. O local onde foi edificado faz dele um autêntico miradouro para a fascinante região saloia e no seu seguimento o imenso Oceano Atlântico.
Um local tão deslumbrante tinha que inevitavelmente ter uma lenda associada. O topónimo Seteais, segundo a narrativa, pode derivar de quando se dizia a palavra “ai”, o seu eco repetia-se por sete vezes e de “sete ais” a Seteais foi um passo. No entanto, sabe-se que antigamente aquele local se chamava Centeais por ser terra de centeio. É quase certo que o actual topónimo se deve a este antigo nome.
Cabo da Roca, um local muito bem descrito por Camões, "onde a terra acaba e o mar começa", visto ser o ponto mais ocidental do continente europeu.
São estes, então, os locais que eu gostaria de visitar em Sintra, mesmo depois de ter visitado a vila há pouco tempo. Espero um dia poder realizar esse desejo...
Todas as fotografias e descrições foram retiradas daqui: http://www.sintraromantica.net
Para mais informações visitem essa página, está muito completa.
Autora: Cristina Maria Maias Oliveira
Respeite os direitos de autor / se copiar divulgue a autoria.
Carvalho Monteiro, pelo traço do arquitecto italiano Luigi Manini, transforma a quinta de 4 hectares num palácio rodeado de luxuriantes jardins, lagos, grutas e construções enigmáticas, lugares estes que ocultam significados alquímicos, como os evocados pela Maçonaria, Templários e Rosa-cruz. Modela o espaço em traçados mistos, que evocam a arquitectura românica, gótica, renascentista e manuelina.
A Quinta da Regaleira é um lugar para se sentir. Não basta contar-lhe a memória, a paisagem, os mistérios. Torna-se necessário conhecê-la, contemplar a cenografia dos jardins e das edificações, admirar o Palácio, verdadeira mansão filosofal de inspiração alquímica, percorrer o parque exótico, sentir a sua espiritualidade.
O majestoso Palácio de Seteais é, há mais de dois séculos, parte integrante da exuberante paisagem histórico-artística da serra de Sintra. O local onde foi edificado faz dele um autêntico miradouro para a fascinante região saloia e no seu seguimento o imenso Oceano Atlântico.
Um local tão deslumbrante tinha que inevitavelmente ter uma lenda associada. O topónimo Seteais, segundo a narrativa, pode derivar de quando se dizia a palavra “ai”, o seu eco repetia-se por sete vezes e de “sete ais” a Seteais foi um passo. No entanto, sabe-se que antigamente aquele local se chamava Centeais por ser terra de centeio. É quase certo que o actual topónimo se deve a este antigo nome.
Cabo da Roca, um local muito bem descrito por Camões, "onde a terra acaba e o mar começa", visto ser o ponto mais ocidental do continente europeu.
São estes, então, os locais que eu gostaria de visitar em Sintra, mesmo depois de ter visitado a vila há pouco tempo. Espero um dia poder realizar esse desejo...
Todas as fotografias e descrições foram retiradas daqui: http://www.sintraromantica.net
Para mais informações visitem essa página, está muito completa.
Autora: Cristina Maria Maias Oliveira
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terça-feira, 24 de setembro de 2013
Convento dos Capuchos - Sintra, Portugal
Olá!! Hoje vou falar-vos um pouco sobre o Convento dos Capuchos, o último monumento histórico que visitei durante a minha lua-de-mel em Sintra.
Sempre me fascinou este monumento, sempre imaginei um lugar de paz, de harmonia com a natureza, e não me desiludi. A atmosfera de paz é muito envolvente, em união total com a natureza. O edifício em si é muito pequeno, com divisões mínimas, sem sequer o essencial, e é de espantar como os monges conseguiam lá viver...
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| A entrada |
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| Terreiro das Cruzes |
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| Terreiro do Sino - dois caminhos ladeiam a cruz e representam o livre-arbítrio. |
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| Terreiro da Fonte |
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| Entrada do edifício [Chovia de vez em quando :) ] |
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| Claustro |
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| Ermida do Senhor no Horto |
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| Interior - uma das divisões [Esta era uma das maiores, imaginem as outras :)] |
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| Ermida do Ecce Homo - "Eis o Homem" [A imagem no interior representa a apresentação de Cristo à população por Pôncio Pilatos] |
"O Convento dos Capuchos foi mandado construir em 1560 por D. Álvaro de Castro, conselheiro de Estado de D. Sebastião e vedor da Fazenda, em resultado do cumprimento de um voto de seu pai, D. João de Castro, quarto vice-rei da Índia. O Convento de Santa Cruz da Serra de Sintra surgia, assim, num lugar isolado e inóspito, cujas condições naturais à época da sua fundação, tiveram decerto forte influência na escolha da sua localização.
O convento capucho de Sintra é um dos múltiplos exemplos da religiosidade pietista do século XVI em Portugal e ficou conhecido pelo extremo da sua pobreza de construção. De dimensões reduzidas, com celas e dormitório revestidos a cortiça e uma capela cuja abóbada se forma na própria rocha, motivariam a afirmação de William Beckford que em 1787 relatava a sua visita ao Convento dizendo: “…seguimos durante várias milhas um atalho estreito sobre uma colina selvagem e deserta que nos levou ao Convento dos Capuchos, que à primeira vista corresponde à imagem que se tem da morada de Robinson Crusoé” (William Beckford e Portugal. A viagem de uma paixão. Catálogo de Exposição. Palácio Nacional de Queluz, 1987, p. 159).
O Convento materializa o ideal de fraternidade e irmandade universal dos frades franciscanos. Os que o habitaram integravam-se na Província da Arrábida, da Ordem dos Frades Menores Regulares e Observantes.
A portaria do convento, um simples telheiro com tecto e traves de madeira forradas de cortiça, constitui justa expressão da pobreza e contenção que norteou esta construção desprovida de elementos decorativos.
Habitado ainda nos finais do século XVIII, o Convento de Santa Cruz dos Capuchos terá sido abandonado em 1834, com a extinção das ordens religiosas que o regime liberal determinara.
Os elementos artísticos existentes no convento apresentam-se hoje muito degradados, fruto do próprio tempo, e sobretudo dos actos de vandalismo a que todo este monumento foi submetido.
A rusticidade do convento, contudo, não pôde ser adulterada pela austeridade inerente a uma estrutura quase rupestre. Numa visita ao edifício, percorremos a exiguidade dos seus corredores incorporados nos blocos de granito, e deixamo-nos envolver na penumbra do quotidiano destes religiosos. Da Igreja passase para o Coro Alto onde se entoavam os cânticos da celebração da missa. Descobre-se, nesse local, a entrada para o corredor das celas, cujas portas de pequena dimensão obrigavam à adopção de uma postura de genuflexão, expressão de humildade perante a intimidade desse local. No final do corredor encontra-se o refeitório onde as refeições tinham lugar sobre uma mesa de pedra, ofertada pelo Cardeal D. Henrique como prova da sua admiração pela vida que aqui se levava. Através de uma ministra, vislumbra-se a cozinha e mais adiante, a Cela do Noviço. Na Casa das Águas, pode constatar-se a preocupação dos frades com a higiene e salubridade do meio em que viviam. O quotidiano desta casa era também preenchido pelas ocupações a que estes religiosos se entregavam na biblioteca, nas enfermarias, sendo ainda possível descobrir-se a ala dos hóspedes e finalizar-se o percurso pelo interior do edifício
entrando na Sala do Capítulo.
A vegetação que rodeia o Convento deve-se já a políticas de gestão florestal de meados do século XIX. Antigamente, o local era muito mais aberto e ensolarado, como pode ser visto nas gravuras contemporâneas à ocupação dos frades. Fora da cerca do convento os terrenos eram cultivados e também se praticava a pastorícia. Os bosques estavam limitados aos terrenos rochosos. Os bosques estavam limitados aos terrenos rochosos e aos altos dos penedos. A mata do convento, com os seus velhos carvalhos e arbustos de grande porte, beneficiou seguramente da protecção dos religiosos. Tendo sobrevivido até aos nossos dias, a mata constitui provavelmente o testemunho mais importante da floresta primitiva da serra de Sintra. Esta mata é constituída por uma formação arbórea submediterrânica dominada por carvalhos caducifólios, com elementos do maquis mediterrânico no subcoberto e grande profusão de fetos, musgos e plantas epífitas e trepadeiras que tudo envolvem e recobrem num denso emaranhado vegetal. Destacam-se, ainda, como exemplares isolados cultivados pelo Homem, o frondoso plátano que cobre o adro do convento, o velho freixo do pátio de entrada e alguns exemplares de buxo de porte invulgar que marginam os caminhos. Pela sua raridade, estado de conservação, porte notável de muitos exemplares e carácter relítico, constitui esta mata um importante valor natural que importa salvaguardar."
Retirado de: http://www.sintraromantica.net/pt/monumentos/59-convento-de-santa-cruz-dos-capuchos/232-convento-dos-capuchos
Amei visitar o Convento dos Capuchos! Senti-me quase como imagino que os religiosos se sentiam a viver ali: em paz, em harmonia total com a natureza envolvente... Uma vida simples mas, imagino eu, imensamente feliz...
Só tenho duas coisas a apontar... Na minha opinião, as luzinhas no interior não deviam estar no chão mas sim no teto, para se poder ver melhor... Estive a tropeçar algumas vezes... Além disso, apesar de nos darem um mapa para nos orientarmos lá dentro, penso que deviam pôr tanto no interior como no exterior placas de referência... Isto porque interpretar mapas não é o forte de muita gente e é mau para o visitante, por exemplo, achar que está na biblioteca e afinal estar no quarto dos noviços ou coisa parecida... :)
Todas as fotografias publicadas são da autoria da administradora do blogue.
Para ver maior é só clicar sobre elas.
Autora: Cristina Maria Maias Oliveira
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sexta-feira, 20 de setembro de 2013
Estive de férias...
Pois é, estive mais ausente por aqui pois estive de férias... Ou melhor, estive a aproveitar as férias do marido, para estarmos mais tempo juntos, sem a rotina do dia-a-dia.
E por onde andei?...
Bem, maioritariamente por casa...
Mas também houve a oportunidade de andar por aqui:
E por aqui:
Em breve mostro mais!!
Todas as fotografias publicadas são da autoria da administradora do blogue.
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Autora: Cristina Maria Maias Oliveira
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E por onde andei?...
Bem, maioritariamente por casa...
Mas também houve a oportunidade de andar por aqui:
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Autora: Cristina Maria Maias Oliveira
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quinta-feira, 5 de setembro de 2013
Palácio e Parque da Pena - Sintra, Portugal
Não sei se adivinharam, mas esta fotografia é da Estrada de Sintra ou Calçada da Pena, a caminho do fabuloso Palácio da Pena!
Pois é, não me esqueci dos posts prometidos e hoje vou falar e mostrar um pouco desse monumento cheio de beleza e história!
Deixamos o carro na saída do Parque da Pena e subimos a Calçada da Pena, onde tiramos esta fotografia espantosa, até à entrada do palácio.
Lá havia vários destes transportes para levar os turistas até ao palácio propriamente dito, mas nós preferimos subir a rampa do palácio a pé, para melhor apreciar a paisagem!
O Palácio da Pena é verdadeiramente uma obra fascinante e de uma beleza exótica fantástica! Mas, não sei se foi do nevoeiro, achei-o muito degradado em termos exteriores... Talvez volte lá num dia solarengo e mude a minha opinião...
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| O famoso Tritão |
Depois visitamos o Palácio por dentro, que é uma autêntica aula de História, mas dessa parte não tenho fotos pois é proibido fotografar lá dentro. Adorei esta visita!!
De seguida continuamos pelo Parque da Pena, cheio de lugares misteriosos e espécies exóticas!
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| Templo das Colunas - Alto de Santo António |
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| Estátua do Guerreiro ou O Gigante |
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| Acesso ao Alto de Santa Catarina |
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| Alto de Santa Catarina - Miradouro |
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| Lago da Concha |
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| Feteira da Rainha |
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| Uma espécie muito exótica |
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| Fonte dos Passarinhos |
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| Vale dos Lagos |
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| As famosas Pateiras |
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| A Entrada dos Lagos, por onde saímos |
"O Palácio Nacional da Pena, localizado na histórica vila de Sintra e inserido no Parque da Pena, representa uma das melhores expressões do Romantismo arquitectónico do século XIX no mundo. Em 7 de Julho de 2007, foi eleito como uma das sete maravilhas de Portugal, sendo, aliás, o primeiro palácio romântico da Europa, construído cerca de 30 anos antes do carismático Schloss Neuschwanstein, na Baviera.
O Palácio e o Parque foram idealizados e concretizados como um todo. Do Palácio, o visitante avista um manto de arvoredo que ocupa mais de 200 hectares, constituindo, assim, o Parque da Pena. Este parque tem percursos e passeios lindíssimos, com inúmeras construções de jardins lá existentes.
São pontes e grutas, bancos de jardim, pérgulas e fontes. Pequenas casas onde se alojavam guardas e demais criadagem. Estufas e viveiros com camélias, rododendros e rosas de cepas invulgares e muito raras. Esculturas, como o guerreiro que se avista do Palácio, como a querer dizer que está ali para o proteger e guardar. Os lagos próximos da saída para o Castelo dos Mouros são, igualmente, pitorescos e aprazíveis, envolvidos por um grande corredor de fetos arbóreos.
Todo o Parque da Pena é hoje considerado o parque da Europa detentor do mais rico e invulgar conjunto de espécies arbóreas, já inexistentes em muitos outros países e continentes, donde são originárias."
Espero que gostem e que vos abra o apetite para também visitarem!!
Todas as fotografias publicadas são da autoria da administradora do blogue.
Para ver maior é só clicar sobre elas.
Autora: Cristina Maria Maias Oliveira
Respeite os direitos de autor / se copiar divulgue a autoria.
terça-feira, 27 de agosto de 2013
Castelo dos Mouros - Sintra, Portugal
"Serpenteando por dois cumes da Serra de Sintra, o Castelo remonta aos primórdios da ocupação peninsular pelos mouros, no século VIII.
Após a conquista de Santarém, o rei D. Afonso Henriques impôs um cerco a Lisboa, que se estendeu por três meses. Embora o Castelo de Sintra se tenha entregue voluntariamente após a queda de Lisboa, reza a lenda que, nessa ocasião, receoso de um ataque de surpresa às suas forças, por parte dos mouros de Sintra, o soberano incumbiu D. Gil, um cavaleiro templário, que formasse um grupo com vinte homens da mais estrita confiança, para, secretamente, ali irem observar o movimento inimigo, prevenindo-se, ao mesmo tempo, um deslocamento dos mouros de Lisboa, via Cascais, pelo rio Tejo até Sintra. Os cruzados colocaram-se a caminho sigilosamente. Para evitar serem avistados, viajaram de noite, ocultando-se de dia, pela estrada de Torres Vedras até Santa Cruz, pela costa até Colares, buscando, ainda, evitar Albernoz, um temido chefe mouro de Colares, que possuía fama de matador de cristãos. Entre Colares e o Penedo, Nossa Senhora apareceu aos receosos cavaleiros e lhes disse: "Não tenhais medo porque ides vinte, mas mil ides" .
Desse modo, cheios de coragem porque a Senhora estava com eles, ao final de cinco dias de percurso confrontaram o inimigo, derrotando-o e conquistando o Castelo dos Mouros. Em homenagem a este feito foi erguida a Capela de Nossa Senhora de Milides ("mil ides"), em Colares.
O Castelo dos Mouros é um ponto privilegiado para admirar a vista que se estende desde Sintra até ao mar."
[Retirado de http://www.sintraromantica.net/pt/monumentos/37-castelo-dos-mouros/8-castelo-dos-mouros]
Adoramos visitar o Castelo dos Mouros! Tal como já referi aqui, fizemos uma boa caminhada para chegar ao castelo, uma caminhada por caminhos românticos, selvagens, com vistas maravilhosas... Valeu muito a pena! Adoramos chegar, olhar para trás e apreciar as vistas!!
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| A Entrada |
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| A subida [Corajosos... :) ] |
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| A Casa do Guarda |
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| Sepultura |
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| Vista para o Centro Histórico |
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| Vista para o Hotel Sintra Jardim |
Só lamento ter estado tanto nevoeiro... Nesta altura as vistas são muito mais bonitas... Mas também há muitos mais visitantes.
Espero que gostem e que vos abra o apetite para também visitarem!!
Todas as fotografias publicadas são da autoria da administradora do blogue.
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Autora: Cristina Maria Maias Oliveira
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