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terça-feira, 23 de outubro de 2018

Luz

Onde quer que a gente vá
Haverá sempre uma estrela a brilhar.
O que quer que aconteça
Há sempre uma luz pra nos guiar…


Autora: Cristina Maria Maias Oliveira
Respeite os direitos de autor / se copiar divulgue a autoria.

terça-feira, 16 de outubro de 2018

O Poema...

Não sei se vem de mim ou de outros
Não sei se sou eu que o faço.
Só sei que em mim se mostra e eu o conheço
E de mim sai e nasce para o mundo…
O poema…


Autora: Cristina Maria Maias Oliveira
Respeite os direitos de autor / se copiar divulgue a autoria.

segunda-feira, 28 de maio de 2018

Come!

What do you see?
What do you seek?
Where are you going?
How can you breath?

It’s time for you.
It’s time for us.
The search is complete.
They’re waiting already…


Come!


Autora: Cristina Maria Maias Oliveira
Respeite os direitos de autor / se copiar divulgue a autoria.

terça-feira, 22 de maio de 2018

O café

Cá fora os pombos
As pedras sujas
O tempo quente
E aquele olhar
Franco e luzidio
Me fita.

Os pombos esvoaçam
Alimentam-se, entretêm-se
A gente passa
Indiferente
Andando apressada
E a mim me fita
Um olhar, quente
Aquele olhar franco e luzidio…


Autora: Cristina Maria Maias Oliveira
Respeite os direitos de autor / se copiar divulgue a autoria.

sexta-feira, 18 de maio de 2018

Alguém

Sei de alguém que coleciona títulos de respeitabilidade, só pelo prazer de ser olhada em cima de um pedestal.
Sei de alguém que dá o dito por não dito, sem intenção alguma de o lamentar.
Sei de alguém que se rodeia de gente digna e culta, só para parecer ser o que nunca será.
Sei de alguém para quem nada é impossível, até um dia dela precisares.

Sei de alguém...
Tu... que nunca olhas além de ti e dos teus, que nunca vês para além dos teus muros e quintais, que nunca passou da sua linha de horizonte...

Tu... para quem nada é bom o suficiente, para quem ninguém lhe chega aos calcanhares, para quem o mal nos outros é mousse de chocolate...

Não sei como continuar esta relação, não sei como continuar a conviver contigo, não sei como fingir que está tudo bem, não sei como esconder que começo a odiar-te...


Autora: Cristina Maria Maias Oliveira
Respeite os direitos de autor / se copiar divulgue a autoria.

domingo, 6 de maio de 2018

Amizade

Numa noite de luar
Com o céu pleno de estrelas
Na janela do meu quarto
Sentada estava a pensar

Pensava na vida e no mundo
Nas coisas que nos são ocultadas
No valor dos sentiimentos
No valor da amizade.

Na amizade que me foi
Desde sempre negada,
Na amizade que hoje em dia
Sinto cada vez mais presente.

Em ti então pensava,
Em ti como amigo
Amigo verdadeiro
Que nunca se esquece de mim.

Agora eu compreendo
Agora eu já sei:
Não há felicidade na vida
Se não tivermos amigos
Amigos verdadeiros, como tu...


Autora: Cristina Maria Maias Oliveira
Respeite os direitos de autor / se copiar divulgue a autoria.

sábado, 28 de abril de 2018

Dreams

I want to be free like the birds
I want to be small like an ant
I want to live under the earth like the mole
Not to see the world as it really is.

I want to live in the Amazon
With the animals and the native
Not to face the "civilized men"
Who talk of peace and make the war.

I don´t want poverty,
I don´t want hunger,
I don´t want war
Or the other atrocities of our world.

I just want to sleep for a hundred years
Dreaming with a better world.
Perhaps when i wake up
The world will be like the one in my dream...


Autora: Cristina Maria Maias Oliveira
Respeite os direitos de autor / se copiar divulgue a autoria.

segunda-feira, 22 de janeiro de 2018

Na sombra

Quando se nasce ninguém pede para nascer, não nos é dado a escolher, tal como não nos é dado a escolher quem será o nosso pai, mãe, irmãos ou o resto da família.
Ninguém escolhe nascer, tal como ninguém escolhe ir ou não para a escola, é porque tem de ser.
Quando eu nasci, nasci com um gosto amargo. Um gosto de fel de quem não é desejado. De quem entra numa família partida, desestruturada.
Uma vida condicionada, à sombra dos acontecimentos passados, vivida de forma cautelosa, reservada, castradora, para não repetir os erros dos outros, que afinal, no fim de contas, nem eram tão errados assim.
Quando nos habituamos a estar na sombra, ficamos assim mirrados, vergados, cinzentos, humildes e humilhados. Sem a cor, a vida, a postura, a determinação, a coragem de quem vive ao sol, de quem é olhado, cuidado, acarinhado, elogiado, orientado, encorajado, de quem é o centro das atenções mesmo no meio da multidão.

Os anos foram passando, nada melhorou, foi só piorando. Quem não é olhado, cuidado, acarinhado, elogiado, orientado, encorajado, quem não é o centro das atenções de seus pais nos seus primeiros anos, sente-se invisível, perdido, mirrado, vergado, cinzento, humilde e humilhado. Sem cuidado, sem carinho, sem orientação, não tomamos as melhores decisões, não conseguimos ter coragem e empoderamento para atingir os objetivos, e o fracasso começa a fazer parte do nosso dicionário mais vezes do que o desejado.
Nunca tive sucesso, sempre fui mediana, irrisória, mais uma dentro da média.
Também nunca fui absolutamente fracassada, nunca mereci a atenção dos que estão em dificuldades. Mas, lá está, sempre fui mediana, discreta, invisível.
E amargurada, amarga, invejosa, rancorosa. Carrego ainda muitas mágoas e não sei se algum dia me vou libertar delas.
Parece que não, mas é difícil ser-se assim, tão mediano, discreto, invisível, não ser olhado, cuidado, acarinhado, elogiado, orientado, encorajado, não ser o centro das atenções de ninguém, não estar ao sol, viver sempre na sombra...


terça-feira, 22 de março de 2016

Dividida

Mais uma vez, tenho andado desaparecida da blogosfera, mais uma vez nada tenho escrito nem tenho visitado os meus blogues mais queridos...
A verdade é que o papel de mãe tem exigido mais de mim do que alguma vez imaginei. Bem, não é bem o papel de mãe, mas sim o conjunto de papéis que represento na vida e na sociedade.
Sinto o que, de certeza, todas as mulheres sentem: dividida entre os vários papéis que represento sem, no fundo, representar a 100% nenhum deles.
Mais alguém se sente assim?

domingo, 20 de dezembro de 2015

Como curar uma acumuladora nata?

Deixei de me dedicar ao blogue. Decidi dedicar-me ao lar.
Trazer o resto das minhas coisas da minha antiga casa. Escolher com o que quero ficar, deitar fora o que já nem para dar serve, dar o que está em condições.
Enfim, um trabalho que parece que não, mas é demorado e um bocado complicado para mim.
É que eu sou uma acumuladora nata. Acumulo as mais variadas coisas, maioritariamente livros, revistas e papéis. E pequenas coisas que constituem as mais variadas recordações. Inclusive ainda tenho muitos dos brinquedos da minha infância. A maioria está agora com o meu filho, mas muitos deles são bonecas ou já estão estragados e nem servem para nada. Mas não consigo livrar-me deles...
Tenho relembrado quase toda a minha vida durante esta organização. Cada livro, cada papel, cada carta, cada caderno, cada pequeno objeto conta uma história e constitui um significado para mim.
É difícil escolher o que guardar, o que deitar fora, o que dar...
Afinal, como curar uma acumuladora nata?

sábado, 12 de setembro de 2015

O que tenho estado a pensar...

Tenho andado ausente dos blogues e das redes sociais. Confesso que me sinto desanimada com algumas ideias e atitudes que vejo à minha volta, tanto no mundo virtual como no real. Algumas pessoas ou têm memória curta ou são hipócritas, ou têm realmente muito medo ou uma pedra no lugar do coração...
Estou a falar do drama dos refugiados na Europa. Sim, eu sei, toda a gente fala nisso. Eu também já falei na minha página de facebook, aqui, pois acho que este tipo de coisas deve ser falado e não devemos fingir que nada se passa. Mas depois vi o que algumas pessoas são capazes de pensar e falar e decidi afastar-me.
Actualmente, prevê-se que Portugal acolha 3074 refugiados. Multiplicam-se as palavras de boas-vindas, mas também as palavras de ódio, medo, etc.
Decidi partilhar hoje este texto que vi no blogue Cocó na Fralda, uma vez que traduz exactamente o que eu penso acerca desta questão.
Espero melhores dias e melhor disposição para me dedicar mais à blogosfera...

"Um Homem é um Homem. Um Homem a morrer afogado é um Homem. Mesmo que não seja refugiado a sério, mesmo que até tenha acabado de matar outro Homem. Um Homem a morrer afogado é um Homem, e primeiro salvam-se vidas, depois trata-se do resto.
Há oportunistas, haverá potenciais terroristas, há fanáticos religiosos. Haverá. Mas primeiro salvam-se vidas, depois trata-se do resto. Quando um Homem está a morrer afogado não há tempo para lhe perguntar se aceita a nossa liberdade religiosa, a nossa igualdade, a nossa Democracia.
A nossa religião, para os que a temos, ensina isso, mesmo a quem não comunga. A nossa Democracia, que é mais do que votar, depende isso.
Primeiro salvam-se vidas, depois trata-se do resto.
E o resto não é pouco. Claro que não podem todos ficar. Claro que ter missões de salvamento junto à costa é promover maiores fluxos. Claro que por cada asilo concedido se promove maior tráfico de Homens. Mas agora há Homens a morrer. Primeiro salvam-se vidas, depois trata-se do resto.
Não, não há lugar para todos. Não, não é possível abrir as portas e deixar entrar e ficar quem quiser. A emigração tem de ser controlada. Claro que tem. Mas um Homem a morrer afogado é um Homem.
Claro que há mais sofrimento no Mundo. Provavelmente gente mais justa, gente melhor, gente mais pobre e miserável. Pois há. E não os vamos salvar todos. Pois não. Nem quero. Ou melhor, sei que não é por querer que se resolve, nem é por se querer que é possível. E desejar o impossível pode ficar bem, nas não serve para quase nada.
Mas um Homem a morrer afogado é um Homem.
E, se um dia, uma destas vidas salvas se explodir no meio de nós, se um deles se radicalizar e matar outros Homens, ainda assim teremos feito o correcto, o que é justo.
Eu prefiro morrer um dia num metro em Londres, morto por uma bomba, a deixar morrer um Homem porque tenho medo de um dia ter medo dele.
E, sim, pago a minha quota-parte extra. Digam-me onde a entrego."
Henrique Burnay
Daqui

quinta-feira, 2 de julho de 2015

Caiu da cama...

Pois é, 10 meses depois, o Miguel caiu da cama pela primeira vez :(
Deixei-o na minha cama, bem no meio, para ir à casa de banho. Ele rebola mas nunca rebolou tantas vezes para o mesmo lado. Ontem foi o dia.
Ouvi um baque no chão e o meu coração parou. Um segundo depois começou a chorar.
Corri para o quarto e o meu coração parou pela segunda vez ao vê-lo no chão. Peguei nele e consolei-o, acabou por parar de chorar. Procurei por inchaços ou se ele tinha alguma dor, mas nada. Estava bem, passou o dia normal.

Mas eu não fiquei bem, senti-me culpada, não parava de pensar no que devia ter feito diferente. Principalmente, senti medo. Acho que nunca tinha sentido tanto medo na minha vida.

Quando somos pais, há muita coisa que não nos contam e que vamos descobrindo com o tempo.
Esta é uma delas: o medo, o medo de fazer algo que prejudique os nossos filhos, o medo de não fazer algo e que acabe por os prejudicar também, e, por fim, o medo de que algo fora do nosso alcance lhes faça mal...

Nos últimos dias tem surgido notícias sobre crianças atropeladas que correram para a estrada num segundo ou afogadas quando por momentos alguém deixa de as vigiar ou que sofrem quedas fatais mesmo com a família toda em casa... Essas notícias deixam-me com muito medo, afetam-me profundamente. Não só pela tragédia, mas principalmente porque vejo o meu próprio filho nessas crianças.

Não julgo, não culpo, ponho-me no lugar desses pais. Imagino a dor e a culpa que eles sentem, uma vez que eu própria o sinto por uma queda no chão do quarto. E só penso, que medo, que dor, que tormento! É isto ser pais: é viver com o coração nas mãos, fora do peito!


quinta-feira, 2 de janeiro de 2014

Balanço

O final de um ano e início de outro é para mim um período de reflexão, balanço e até alguma melancolia.

Não sou do tipo de pensar em "ano novo, vida nova", "desejos para o novo ano" ou "este ano é que vai ser", mas neste período não consigo deixar de parar um pouco e refletir, fazer o balanço do ano velho e tecer alguns objetivos para o novo ano (objetivos, não desejos que já sou crescida e sei que nada cai do céu...).

Em 2013, continuei a viver a minha vida de casada (casei no fim do ano de 2012), a adaptar-me a novas situações que surgem num casamento e a alimentá-lo desde o início, pois para tudo dar certo tem de se tentar fazer as coisas bem desde o início.

Em 2013, continuei a fazer da minha casa a minha casa... Ainda não está tudo feito. mas aos poucos irá ficar mais aconchegada.

Em 2013, continuei a lutar pelo meu emprego, e perdi esse emprego apesar da luta.

Em 2013, continuei a lutar pelo meu livro e a divulgar a minha poesia, apesar da pouca receção.

Em 2013, fizemos planos que se concretizarão em 2014, ou talvez já se estejam a concretizar, a ver vamos... Disso falarei mais tarde.

Enfim, foi um ano bom, e mau ao mesmo tempo. Sinto que deve ser o mesmo para todas as pessoas. Há sempre coisas boas e más em todas as vidas, não sejamos hipócritas.

O importante, e o que eu espero que aconteça comigo, é manter a esperança e renová-la a cada nova situação, mesmo que seja má.

A todos, um Feliz Ano de 2014, com Esperança!

quinta-feira, 21 de novembro de 2013

Deixo-vos com uma frase de reflexão:

Quão perto está o ódio do amor
E quão fácil nos é amar ou odiar!



Autora: Cristina Maria Maias Oliveira
Respeite os direitos de autor / se copiar divulgue a autoria.

sexta-feira, 4 de outubro de 2013

Dexter series finale


Nunca tinha falado deste assunto por aqui, mas acompanho várias séries com regularidade. Algumas não muito conhecidas, outras sim, mas de alguma forma especiais para mim.

Uma dessas séries é, ou foi, uma vez que terminou no final do mês passado, o Dexter. Ainda não estou em mim desde o final da série... Surpreendeu-me e proporcionou-me muitos momentos de reflexão e é por isso que hoje escrevo este post...

Não comecei a acompanhar esta série desde o início, mas um dia, depois do fim de Prison Break (adorei!!!) e de Lost, cujo final para mim foi uma desilusão, fiquei "orfã" de séries e resolvi dedicar-me a esta por se tratar da história de um serial killer...

Quando vi os primeiros episódios, fiquei presa, rendida a este serial killer psicopata muito pouco habitual.

Ao longo das várias seasons fui percebendo que este Dexter era um serial killer pseudo-psicopata... pois de psicopata puro tinha muito pouco... Via-o mais como um justiceiro ou algo parecido... De facto, a personagem prendeu-me e intrigava-me a sua complexidade...

Sei que ao longo da série muitas pessoas foram desistindo de a ver, pelos mais variados motivos, pelas seasons mais recentes já não terem o ritmo alucinante da primeira série, mas eu não desisti e fiquei curiosa para ver a evolução da personagem Dexter ao longo da série.

[Para quem já viu o último episódio da série, pode continuar a ler... Quem não viu e quer ver, não continue a ler...]

E como a personagem evoluíu... Depois do aparecimento de Hannah, Dexter até já nem sente a necessidade de matar... A única coisa que ele quer é fugir para Argentina com a sua amada e o seu filho e ser feliz...

Deixou para Deb a captura do assassino Vogel e parte em direção ao pôr-do-sol...

Mas será mesmo assim?

Não!
Tudo corre mal. 
Vogel foge, atira em Deb, Elway persegue Hannah...
Está tudo contra a felicidade de Dexter...

Ao saber que Deb está ferida, Dexter não parte com Hannah e o filho, deixa-os ir na frente (algo que na primeira série Dex não seria capaz de deixar de fazer algo por outra pessoa...).
Ele tem de matar Vogel, mas só por vingança, sem ritual, sem código... Por Deb.

Quando a irmã fica em morte cerebral o seu mundo cai e ele apercebe-se de que nunca poderá ser feliz tendo feito o que fez, não pode apagar o que foi, mesmo agora não o sendo... E isso é uma das coisas mais impressionantes acerca do personagem e da sua evolução: ele já há muito que não desmembrava as suas vítimas, limitava-se a atirá-las à água, com Hannah já não sentia a necessidade de matar, queria só estar ao lado dela, e agora, finalmente, tem consciência do que fez e do que foi, e sente... Sente tanto, que a uma determinada altura diz "Toda a minha vida desejei sentir o que as outras pessoas sentem, mas agora que o sinto só quero que pare!"

Sim, o pseudo-psicopata serial killer agora sente, é humano! Ouso dizer que é mais humano do que muitos seres humanos sãos que andam por aí...

Dex não tem coragem de deixar a irmã naquele estado e partir... Aliás, ela um dia já lhe tinha dito para ele pôr fim ao seu sofrimento se um dia ela ficasse assim... E ele assim fez... E disse que a amava, o que agora ele de facto sentia...


O "funeral" de Deb também foi algo que me tocou, foi um encerramento para Dexter, além de uma despedida. Essa cena está muito bem conseguida.


Por fim, o exílio, para expiação dos seus pecados, para nunca mais magoar ninguém... E a sua expressão na última cena... Vazio...


Muitos criticam este final por ter ficado em aberto, pois quando Dexter se despede do filho diz que o ama e para ele se lembrar disso until i see you again... Mas, francamente, gosto desse final ficar em aberto... Pois acho que o ex pseudo-psicopata arrependido e exilado merece um dia perdoar-se a si próprio e voltar a desejar a felicidade ao lado de quem ama...



Todas as fotografias e descrições foram retiradas daqui: http://www.sho.com/sho/dexter/home


Autora: Cristina Maria Maias Oliveira
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segunda-feira, 19 de agosto de 2013

Sem vontade...

Sei que nada tenho escrito no blogue... Não o tenho atualizado como gostaria... Deixei-o ao abandono demasiado tempo...

Ando sem vontade de escrever, e sei que quando não se tem vontade para fazer as coisas algo está mal...

Refugio-me fora da realidade... Nos livros, na música, nas séries, nos filmes, nos blogues que acompanho...

Todos os dias visito o meu blogue com o objetivo de escrever e todos os dias adio a publicação dos posts que tenho delineados na minha cabeça...

Mas sei que isso tem de mudar, tenho de lutar contra esta falta de vontade de escrever! Afinal, escrever dá-me tanto prazer, faz parte de mim...

Sei que devo voltar, recomeçar... quando o fizer, com o tempo, sei que tudo o resto irá melhorar...



Autora: Cristina Maria Maias Oliveira
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quarta-feira, 6 de março de 2013

Uma vida diferente

Quando penso na minha vida vejo o quanto ela poderia ter sido diferente.
Os grandes passos importantes da vida são aqueles que na altura nos parecem mais insignificantes.
Uma palavra, um gesto, uma decisão, uma indecisão... Mudam por vezes o rumo da nossa vida de uma forma quase irreversível. E se não formos capazes de ver, de voltar atrás em tempo útil, perdem-se pessoas, oportunidades, futuros...
Quando penso na minha vida vejo o quanto ela poderia ter sido diferente...
Mas seria assim tão diferente?
Errei sim, perdi sim... Mas hoje sou quem sou por aquilo que vivi, pelos erros que cometi, pelas pessoas que perdi e outras que conheci, pelas oportunidades que deixei escapar e por aquelas que decidi aproveitar...
Sou quem sou e gosto de quem sou...
Posso não ser uma pessoa com sucesso aos olhos dos outros, mas sou uma pessoa humana e boa aos meus olhos e aos olhos de quem me conhece.
A minha vida poderia ser diferente? Sim. Mas neste momento não trocaria por nada quem sou...



Autora: Cristina Maria Maias Oliveira
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quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

Formas e feitios

De todas as formas e de todos os feitios, sei que me amas...
Mas não tanto, talvez, da forma e do feitio em que eu mais gostaria de ser amada...
Esta contradição, este desfasamento entre nós dá cabo de mim e do nós todos os dias...
Será impossível encontrar no meio de todas as formas e de todos os feitios entre nós uma única forma e um único feitio perfeito para os dois?...



Autora: Cristina Maria Maias Oliveira
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quinta-feira, 2 de agosto de 2012

Indecisão

Sabem aquela fase na vida... 
em que nada do que sonhamos um dia realmente acontece, ... 
em que tudo o que planeamos e vivemos no momento já não faz o mesmo sentido que fazia antigamente, ... 
em que as oportunidades parecem escorregar-nos entre os dedos e não as conseguimos agarrar, ...
em que o tempo nos escapa e parece que já é tarde demais... ?

Sabem? ...

Eu estou nessa fase...

sexta-feira, 20 de julho de 2012

Coisas da vida


Irrita que a vida seja tão efémera.
Irrita que nos apercebemos disso demasiado tarde.

Irrita...