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domingo, 4 de novembro de 2018

Quem sabe, quem disse?

Quem sabe, quem disse
Que o amor é fraco ou forte
Dá-nos alegrias e vícios
Por vezes até a morte

Quem sabe, quem disse
Que o amor é a maior cura
Por vezes tira-nos tudo
Deixa-nos pouco mais que o corpo



Autora: Cristina Maria Maias Oliveira
Respeite os direitos de autor / se copiar divulgue a autoria.

segunda-feira, 8 de outubro de 2018

Ninguém

Ninguém limpa as minhas lágrimas
Ninguém beija a minha face
Ninguém me liberta dos medos
Ninguém me abraça apertado.

Ninguém me diz: “Tu consegues!”
Ninguém é capaz de me escutar
Só rezo para um dia encontrar
Esse ninguém na minha vida…


Autora: Cristina Maria Maias Oliveira
Respeite os direitos de autor / se copiar divulgue a autoria.

terça-feira, 25 de setembro de 2018

Chuva

Abençoada a chuva que cai e esconde as minhas lágrimas
Abençoada a chuva que cai e esfria a minha raiva
Abençoada a chuva que cai e alivia a minha dor
Abençoada a chuva que cai e limpa a minha alma.


Autora: Cristina Maria Maias Oliveira
Respeite os direitos de autor / se copiar divulgue a autoria.

domingo, 23 de setembro de 2018

Away

So many years
So many ways
So many tears
So many fights.

So many dreams
So many fears
So many things
Had passed away.



Autora: Cristina Maria Maias Oliveira
Respeite os direitos de autor / se copiar divulgue a autoria.

domingo, 16 de setembro de 2018

Missing

I miss my poems
I miss my dreams
I miss my peace
My soul is weak
My heart is cold.


Autora: Cristina Maria Maias Oliveira
Respeite os direitos de autor / se copiar divulgue a autoria.

quinta-feira, 24 de maio de 2018

Sete anos

Ao longo de sete anos
Sete anéis de brilhantes
Sete promessas de sonhos
Sete coroas de flores.

Ao longo de sete anos
Sete árvores cresceram
Sete histórias se perderam
Sete temporais rebentaram.

Ao longo de sete anos
Sete sovas tu me deste
Sete marcas no corpo
Sete punhais no coração.

Ao longo de sete anos
Sete mulheres diferentes
Sete enganos, traições
Sete formas de mentir.

Ao longo de sete anos
Sete filhos, sete abortos
Sete urgências de hospital
Sete anos, sete dores.


Autora: Cristina Maria Maias Oliveira
Respeite os direitos de autor / se copiar divulgue a autoria.

quarta-feira, 16 de maio de 2018

Sem ti

Contigo tinha tudo:
Ambição, Esperança, Sonhos.
E agora sem ti o que tenho?
Que irei ambicionar?
O que hei-de esperar?
Com quem irei sonhar?

Maldito o dia em que te conheci!

...

Em que dia foi?!


Autora: Cristina Maria Maias Oliveira
Respeite os direitos de autor / se copiar divulgue a autoria.

domingo, 6 de maio de 2018

Amizade

Numa noite de luar
Com o céu pleno de estrelas
Na janela do meu quarto
Sentada estava a pensar

Pensava na vida e no mundo
Nas coisas que nos são ocultadas
No valor dos sentiimentos
No valor da amizade.

Na amizade que me foi
Desde sempre negada,
Na amizade que hoje em dia
Sinto cada vez mais presente.

Em ti então pensava,
Em ti como amigo
Amigo verdadeiro
Que nunca se esquece de mim.

Agora eu compreendo
Agora eu já sei:
Não há felicidade na vida
Se não tivermos amigos
Amigos verdadeiros, como tu...


Autora: Cristina Maria Maias Oliveira
Respeite os direitos de autor / se copiar divulgue a autoria.

sábado, 28 de abril de 2018

Dreams

I want to be free like the birds
I want to be small like an ant
I want to live under the earth like the mole
Not to see the world as it really is.

I want to live in the Amazon
With the animals and the native
Not to face the "civilized men"
Who talk of peace and make the war.

I don´t want poverty,
I don´t want hunger,
I don´t want war
Or the other atrocities of our world.

I just want to sleep for a hundred years
Dreaming with a better world.
Perhaps when i wake up
The world will be like the one in my dream...


Autora: Cristina Maria Maias Oliveira
Respeite os direitos de autor / se copiar divulgue a autoria.

segunda-feira, 22 de janeiro de 2018

Na sombra

Quando se nasce ninguém pede para nascer, não nos é dado a escolher, tal como não nos é dado a escolher quem será o nosso pai, mãe, irmãos ou o resto da família.
Ninguém escolhe nascer, tal como ninguém escolhe ir ou não para a escola, é porque tem de ser.
Quando eu nasci, nasci com um gosto amargo. Um gosto de fel de quem não é desejado. De quem entra numa família partida, desestruturada.
Uma vida condicionada, à sombra dos acontecimentos passados, vivida de forma cautelosa, reservada, castradora, para não repetir os erros dos outros, que afinal, no fim de contas, nem eram tão errados assim.
Quando nos habituamos a estar na sombra, ficamos assim mirrados, vergados, cinzentos, humildes e humilhados. Sem a cor, a vida, a postura, a determinação, a coragem de quem vive ao sol, de quem é olhado, cuidado, acarinhado, elogiado, orientado, encorajado, de quem é o centro das atenções mesmo no meio da multidão.

Os anos foram passando, nada melhorou, foi só piorando. Quem não é olhado, cuidado, acarinhado, elogiado, orientado, encorajado, quem não é o centro das atenções de seus pais nos seus primeiros anos, sente-se invisível, perdido, mirrado, vergado, cinzento, humilde e humilhado. Sem cuidado, sem carinho, sem orientação, não tomamos as melhores decisões, não conseguimos ter coragem e empoderamento para atingir os objetivos, e o fracasso começa a fazer parte do nosso dicionário mais vezes do que o desejado.
Nunca tive sucesso, sempre fui mediana, irrisória, mais uma dentro da média.
Também nunca fui absolutamente fracassada, nunca mereci a atenção dos que estão em dificuldades. Mas, lá está, sempre fui mediana, discreta, invisível.
E amargurada, amarga, invejosa, rancorosa. Carrego ainda muitas mágoas e não sei se algum dia me vou libertar delas.
Parece que não, mas é difícil ser-se assim, tão mediano, discreto, invisível, não ser olhado, cuidado, acarinhado, elogiado, orientado, encorajado, não ser o centro das atenções de ninguém, não estar ao sol, viver sempre na sombra...


sábado, 28 de setembro de 2013

Recordação

Hoje venho-vos presentear com um dos poemas que faz parte do meu livro, que dá nome a este blog, Queria de ti.

Espero que gostem e vos traga também boas recordações...


Recordação

Já não escrevo poemas como antes,
Apenas tenho a recordação
De ti, de nós.

Já não recebo as tuas cartas como antes,
Apenas tenho o consolo
De as ler de novo.

Já não distingo bem o teu rosto
O teu cheiro, o teu corpo,
Apenas sonho com o que passamos juntos.

E escrevo, mas só para te lembrar
E penso, mas só em ti
E esqueço, mas volto a recordar-te.

Amo-te. Nunca to disse.
Sinto a tua falta
Mas não sei de ti.

Volta. Digo-te em sonhos
E em poemas,
Mas tu não voltas para mim.

Sinto-me só, sem ti
Choro com dor, por ti
Quero amor, de ti.

Já não conto os meus segredos como antes,
Só os contava a ti
Agora guardo-os para mim.

Já não me liberto das mágoas como antes,
Eras tu que me libertavas
Agora elas destroem-me por dentro.

Já não rio, não sorrio
Já não sonho com o futuro
Só te invoco, te recordo.

Evoco os dias que eram dias por te ter a ti
Chamo-te na noite, não respondes
E eu fico na escuridão e no silêncio

Sem ti.



In: Queria de ti, Corpos Editora, 2012.


Autora: Cristina Maria Maias Oliveira
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sexta-feira, 30 de agosto de 2013

Deixei de estar em mim

Se te olhar
E eu não te vir
Sei que deixei de estar
Em mim.

Se entrares no quarto
E eu não sentir o teu cheiro
Sei que deixei de estar
Em mim.

Se me tocares
E eu nada sentir
Sei que deixei de estar
Em mim.

Se me beijares
E eu não corresponder
Sei que deixei de estar
Em mim.

Se me falares
E eu não te ouvir
Sei que deixei de estar
Em mim.



Autora: Cristina Maria Maias Oliveira
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sexta-feira, 21 de junho de 2013

Pensamentos

Um sem número de coisas passam pela cabeça...
Uma história inacabada, um final partido a meio...
Fico sem chão, sem paz...
Pensamentos dúbios, confusos, que me fazem ensandecer...

Sinto-me partida a meio...
Não!... Partida em mil pedacinhos...
Sinto-me pequena, incompleta,
Não me sinto eu, não me sinto nada...

Estou fora de mim,
Não me encontro...
Parece que vagueio,
Que não tenho morada...

Partiste cedo demais...
Sem aviso, sem adeus...
Deixaste-me sozinha em vão...
Sinto-me traída sem razão...

Os pensamentos sucedem-se...
Não me deixam descansar...
Sei que devo levantar-me...
Mas não vejo nenhuma razão...

Volta!
Não partas!

...

Porquê?



Autora: Cristina Maria Maias Oliveira
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terça-feira, 18 de junho de 2013

Sopro

Num sopro se esvai a vida

Desaparece uma alma

Um amigo

Um conforto...




Num sopro esvaíu-se um sonho

Um poder

Um amor

Uma esperança...




Tão facilmente...

Tão de repente...

Tão inacreditável...




Porquê?...




Autora: Cristina Maria Maias Oliveira
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terça-feira, 21 de maio de 2013

Quem sabe, quem disse?

Quem sabe, quem disse
Que o amor é fraco ou forte
Dá-nos alegrias e vícios
Por vezes até a morte

Quem sabe, quem disse
Que o amor é a maior cura
Por vezes tira-nos tudo
Deixa-nos pouco mais que o corpo



Autora: Cristina Maria Maias Oliveira
Respeite os direitos de autor / se copiar divulgue a autoria.

quarta-feira, 8 de maio de 2013

Escrevo para ti estas linhas

Escrevo para ti estas linhas.
Minhas mãos tremem, mal seguram a caneta.
Depois da tua partida caí num abismo profundo de infelicidade e desespero.
Um vazio dentro de mim ao qual não consigo escapar, uma angústia sem fim que não me deixa sossegar.
Estou alerta, não consigo dormir nem descansar.
A minha mente não pára de pensar em nós os dois, e o meu coração aperta até não me deixar respirar.
Porque partiste, porque não tentaste nos reparar?
Porque desististe sem querer lutar?
Tanto que ficou por dizer, tanto que ficou por revelar…
Queria contar-te o sentido que dás à minha vida, o quanto inspiras os meus sonhos a tornarem-se realidade, o quanto me fazes sentir mais mulher e mais capaz
Mas viraste-nos as costas, a minha boca calou-se, a minha mão que queria tentar tocar-te só mais uma vez retraíu-se, e tu não olhaste para trás, partiste…
Escrevo para ti estas linhas na esperança de que, tal como eu tenho sentido, tu sintas a dor da minha ausência, a incompreensão de um final inacabado e injusto, a sensação constante de que não deve ser assim…
Escrevo para ti estas linhas porque ainda espero, ainda quero, ainda sinto, ainda preciso… de ti...

Autora: Cristina Maria Maias Oliveira
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sexta-feira, 8 de março de 2013

A propósito do dia da Mulher...

A propósito do dia da Mulher... e porque nem todas nós vemos os nossos direitos respeitados...

  Sete anos

Ao longo de sete anos
Sete anéis de brilhantes
Sete promessas de sonhos
Sete coroas de flores.

Ao longo de sete anos
Sete árvores cresceram
Sete histórias se perderam
Sete temporais rebentaram.

Ao longo de sete anos
Sete sovas tu me deste
Sete marcas no corpo
Sete punhais no coração.

Ao longo de sete anos
Sete mulheres diferentes
Sete enganos, traições
Sete formas de mentir.

Ao longo de sete anos
Sete filhos, sete abortos
Sete urgências de hospital
Sete anos, sete dores.


Autora: Cristina Maria Maias Oliveira
Respeite os direitos de autor / se copiar divulgue a autoria.

quarta-feira, 13 de junho de 2012

Ninguém


Ninguém limpa as minhas lágrimas
Ninguém beija a minha face
Ninguém me liberta dos medos
Ninguém me abraça apertado.

Ninguém me diz: “Tu consegues!”
Ninguém é capaz de me escutar
Só rezo para um dia encontrar
Esse ninguém na minha vida…


Autora: Cristina Maria Maias Oliveira
Respeite os direitos de autor / se copiar divulgue a autoria.

domingo, 3 de junho de 2012

Oh Morte!...


Oh Morte vem depressa,
Vem confortar a minha alma!
Depressa! Corre, corre!
Que ela precisa de ser salva…



Autora: Cristina Maria Maias Oliveira
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terça-feira, 29 de maio de 2012


Uma gota cai
Uma lágrima se solta
Dos olhos tristes
Da minha alma.


Autora: Cristina Maria Maias Oliveira
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