Olhei-te e vi o mundo inteiro refletido nos teus olhos...
Olhei-te e vi a mim própria, verdadeira, sem receios...
Olhei-te e conheci todos os tempos e eras existentes...
Olhei-te e vi-te todo, completo, e amei-te.
Autora: Cristina Maria Maias Oliveira
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quinta-feira, 1 de novembro de 2018
segunda-feira, 1 de outubro de 2018
Ode ao Silêncio
Chiu!
Calem-se!
Parem!
Deixem-me ouvir o Silêncio!
Ah! Eu gosto de ouvir o Silêncio
De ouvir o que ele diz!
Dá-me uma paz ouvir o Silêncio…!
Ah! Bendito Silêncio!
Tu dás paz à minha alma
Fazes voar o meu espírito
E ele voa, ah, voa para longe deste inferno!
Voa para o longínquo tempo onde havia natureza
Onde se ouvia o barulho das folhas das árvores moverem-se ao sabor do vento
Onde as águas dos rios corriam livres no seu percurso
Onde se acordava com o cantar dos pássaros
E onde até, por vezes, se ouvia o desabrochar das flores…!
Ah! Que saudades desse tempo!
Mata-me as saudades do tempo em que eu era feliz!
Ah! Bendito Silêncio!
Inunda os meus ouvidos com a tua voz
E transporta-me de novo para esse tempo…
Autora: Cristina Maria Maias Oliveira
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Calem-se!
Parem!
Deixem-me ouvir o Silêncio!
Ah! Eu gosto de ouvir o Silêncio
De ouvir o que ele diz!
Dá-me uma paz ouvir o Silêncio…!
Ah! Bendito Silêncio!
Tu dás paz à minha alma
Fazes voar o meu espírito
E ele voa, ah, voa para longe deste inferno!
Voa para o longínquo tempo onde havia natureza
Onde se ouvia o barulho das folhas das árvores moverem-se ao sabor do vento
Onde as águas dos rios corriam livres no seu percurso
Onde se acordava com o cantar dos pássaros
E onde até, por vezes, se ouvia o desabrochar das flores…!
Ah! Que saudades desse tempo!
Mata-me as saudades do tempo em que eu era feliz!
Ah! Bendito Silêncio!
Inunda os meus ouvidos com a tua voz
E transporta-me de novo para esse tempo…
Autora: Cristina Maria Maias Oliveira
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sábado, 29 de setembro de 2018
Ode ao Sono
Vem, Sono, vem!
Vem cobrir de trevas os meus pensamentos
Vem fechar meus olhos para eu não ver o sofrimento
Vem povoar de sonhos o meu espírito.
Ah! Bendito Sono!
Bem-aventurado sejas por me dares este consolo.
A minha alma te agradece esse descanso apetecido
E o meu corpo ama essa tua letargia.
Vem Sono, vem interromper meus pensamentos tenebrosos,
Minhas ideias suicidas.
Vem dar vida a este meu espírito que só pensa na morte.
Vem oferecer-me os sonhos da minha vida!
Autora: Cristina Maria Maias Oliveira
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Vem cobrir de trevas os meus pensamentos
Vem fechar meus olhos para eu não ver o sofrimento
Vem povoar de sonhos o meu espírito.
Ah! Bendito Sono!
Bem-aventurado sejas por me dares este consolo.
A minha alma te agradece esse descanso apetecido
E o meu corpo ama essa tua letargia.
Vem Sono, vem interromper meus pensamentos tenebrosos,
Minhas ideias suicidas.
Vem dar vida a este meu espírito que só pensa na morte.
Vem oferecer-me os sonhos da minha vida!
Autora: Cristina Maria Maias Oliveira
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Odes,
Poesia,
Sofrimento,
Sonho,
Sono
sábado, 2 de junho de 2018
Voz
Ouço a tua voz
Que preenche os meus ouvidos
Que invade o meu cérebro
E purifica a minha mente
Ouço-a uma e outra vez
Horas a fio
Sem me fartar
Tua voz suave
Ritmada
Harmoniosa
Dá-me paz
Não penses que não te amo por não te falar
Basta-me ouvir-te
Falar, sempre
Horas a fio
Sem me fartar
Conta-me
Conta-me tudo
Só não pares de falar
Só não cales tua voz
Tenho sede de palavras
Mata-me a sede com a tua voz
Segreda-me frases de amor ao ouvido
Sibila, qual serpente bendita
Sussura letras sem sentido
Quando não tens mais assunto
Só não pares de falar
Só não cales tua voz.
Autora: Cristina Maria Maias Oliveira
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Que preenche os meus ouvidos
Que invade o meu cérebro
E purifica a minha mente
Ouço-a uma e outra vez
Horas a fio
Sem me fartar
Tua voz suave
Ritmada
Harmoniosa
Dá-me paz
Não penses que não te amo por não te falar
Basta-me ouvir-te
Falar, sempre
Horas a fio
Sem me fartar
Conta-me
Conta-me tudo
Só não pares de falar
Só não cales tua voz
Tenho sede de palavras
Mata-me a sede com a tua voz
Segreda-me frases de amor ao ouvido
Sibila, qual serpente bendita
Sussura letras sem sentido
Quando não tens mais assunto
Só não pares de falar
Só não cales tua voz.
Autora: Cristina Maria Maias Oliveira
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sábado, 26 de maio de 2018
Pintura
Fez-te o mar
Fez-te a sombra
Fez-te o luar
O horizonte.
Fez-te o céu
O azul, as nuvens
Fez-te o verde
As árvores, o chão
Tudo.
Fez-te a noite
Fez-te as estrelas
Fez-te a terra, o vento
A luz.
Fez-te assim
Fez-te como és
Para mim.
És mar, és sombra
Luar e horizonte
O céu, as árvores
A noite e as estrelas
És terra, és vento, és luz
És sonho puro
Do meu pincel.
Autora: Cristina Maria Maias Oliveira
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Fez-te a sombra
Fez-te o luar
O horizonte.
Fez-te o céu
O azul, as nuvens
Fez-te o verde
As árvores, o chão
Tudo.
Fez-te a noite
Fez-te as estrelas
Fez-te a terra, o vento
A luz.
Fez-te assim
Fez-te como és
Para mim.
És mar, és sombra
Luar e horizonte
O céu, as árvores
A noite e as estrelas
És terra, és vento, és luz
És sonho puro
Do meu pincel.
Autora: Cristina Maria Maias Oliveira
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domingo, 20 de maio de 2018
Queria de ti
Queria de ti a beleza dos campos em flor
Queria de ti a força das correntes dos rios
Queria de ti a paz do silêncio da noite
De ti quero o toque suave de uma lira.
Queria de ti um sentimento profundo
Uma paixão que devagar se transforma em amor.
Queria de ti tudo de bom
Que neste mundo vil ainda existe.
Queria de ti a protecção forte de uma montanha
Queria de ti o perfume intenso de uma rosa.
Queria de ti a transparência da água
Ou, quem sabe, talvez o calor do fogo.
De ti quero tudo.
Beleza, força, paz, suavidade, amor,
Bondade, protecção, sinceridade.
Mas o que eu quero mesmo de verdade
É estar contigo nem que seja só por uma tarde.
Autora: Cristina Maria Maias Oliveira
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Queria de ti a força das correntes dos rios
Queria de ti a paz do silêncio da noite
De ti quero o toque suave de uma lira.
Queria de ti um sentimento profundo
Uma paixão que devagar se transforma em amor.
Queria de ti tudo de bom
Que neste mundo vil ainda existe.
Queria de ti a protecção forte de uma montanha
Queria de ti o perfume intenso de uma rosa.
Queria de ti a transparência da água
Ou, quem sabe, talvez o calor do fogo.
De ti quero tudo.
Beleza, força, paz, suavidade, amor,
Bondade, protecção, sinceridade.
Mas o que eu quero mesmo de verdade
É estar contigo nem que seja só por uma tarde.
Autora: Cristina Maria Maias Oliveira
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sábado, 28 de setembro de 2013
Recordação
Hoje venho-vos presentear com um dos poemas que faz parte do meu livro, que dá nome a este blog, Queria de ti.
Espero que gostem e vos traga também boas recordações...
Recordação
Já não escrevo poemas como antes,
Apenas tenho a recordação
De ti, de nós.
Já não recebo as tuas cartas como antes,
Apenas tenho o consolo
De as ler de novo.
Já não distingo bem o teu rosto
O teu cheiro, o teu corpo,
Apenas sonho com o que passamos juntos.
E escrevo, mas só para te lembrar
E penso, mas só em ti
E esqueço, mas volto a recordar-te.
Amo-te. Nunca to disse.
Sinto a tua falta
Mas não sei de ti.
Volta. Digo-te em sonhos
E em poemas,
Mas tu não voltas para mim.
Sinto-me só, sem ti
Choro com dor, por ti
Quero amor, de ti.
Já não conto os meus segredos como antes,
Só os contava a ti
Agora guardo-os para mim.
Já não me liberto das mágoas como antes,
Eras tu que me libertavas
Agora elas destroem-me por dentro.
Já não rio, não sorrio
Já não sonho com o futuro
Só te invoco, te recordo.
Evoco os dias que eram dias por te ter a ti
Chamo-te na noite, não respondes
E eu fico na escuridão e no silêncio
Sem ti.
In: Queria de ti, Corpos Editora, 2012.
Autora: Cristina Maria Maias Oliveira
Respeite os direitos de autor / se copiar divulgue a autoria.
Espero que gostem e vos traga também boas recordações...
Recordação
Já não escrevo poemas como antes,
Apenas tenho a recordação
De ti, de nós.
Já não recebo as tuas cartas como antes,
Apenas tenho o consolo
De as ler de novo.
Já não distingo bem o teu rosto
O teu cheiro, o teu corpo,
Apenas sonho com o que passamos juntos.
E escrevo, mas só para te lembrar
E penso, mas só em ti
E esqueço, mas volto a recordar-te.
Amo-te. Nunca to disse.
Sinto a tua falta
Mas não sei de ti.
Volta. Digo-te em sonhos
E em poemas,
Mas tu não voltas para mim.
Sinto-me só, sem ti
Choro com dor, por ti
Quero amor, de ti.
Já não conto os meus segredos como antes,
Só os contava a ti
Agora guardo-os para mim.
Já não me liberto das mágoas como antes,
Eras tu que me libertavas
Agora elas destroem-me por dentro.
Já não rio, não sorrio
Já não sonho com o futuro
Só te invoco, te recordo.
Evoco os dias que eram dias por te ter a ti
Chamo-te na noite, não respondes
E eu fico na escuridão e no silêncio
Sem ti.
In: Queria de ti, Corpos Editora, 2012.
Autora: Cristina Maria Maias Oliveira
Respeite os direitos de autor / se copiar divulgue a autoria.
sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013
Olhei-te
Olhei-te e vi o mundo inteiro refletido nos teus olhos...
Olhei-te e vi a mim própria, verdadeira, sem receios...
Olhei-te e conheci todos os tempos e eras existentes...
Olhei-te e vi-te todo, completo, e amei-te.
Autora: Cristina Maria Maias Oliveira
Respeite os direitos de autor / se copiar divulgue a autoria.
Olhei-te e vi a mim própria, verdadeira, sem receios...
Olhei-te e conheci todos os tempos e eras existentes...
Olhei-te e vi-te todo, completo, e amei-te.
Autora: Cristina Maria Maias Oliveira
Respeite os direitos de autor / se copiar divulgue a autoria.
quinta-feira, 31 de maio de 2012
Ode ao Silêncio
Chiu!
Calem-se!
Parem!
Deixem-me ouvir o Silêncio!
Ah! Eu gosto de ouvir o Silêncio
De ouvir o que ele diz!
Dá-me uma paz ouvir o Silêncio…!
Ah! Bendito Silêncio!
Tu dás paz à minha alma
Fazes voar o meu espírito
E ele voa, ah, voa para longe deste inferno!
Voa para o longínquo tempo onde havia natureza
Onde se ouvia o barulho das folhas das árvores moverem-se ao sabor do vento
Onde as águas dos rios corriam livres no seu percurso
Onde se acordava com o cantar dos pássaros
E onde até, por vezes, se ouvia o desabrochar das flores…!
Ah! Que saudades desse tempo!
Mata-me as saudades do tempo em que eu era feliz!
Ah! Bendito Silêncio!
Inunda os meus ouvidos com a tua voz
E transporta-me de novo para esse tempo…
Autora:
Cristina Maria Maias Oliveira
Respeite
os direitos de autor / se copiar divulgue a autoria.
quarta-feira, 30 de maio de 2012
Ode ao Sono
Vem, Sono, vem!
Vem cobrir de trevas os meus pensamentos
Vem fechar meus olhos para eu não ver o sofrimento
Vem povoar de sonhos o meu espírito.
Ah! Bendito Sono!
Bem-aventurado sejas por me dares este consolo.
A minha alma te agradece esse descanso apetecido
E o meu corpo ama essa tua letargia.
Vem Sono, vem interromper meus pensamentos tenebrosos,
Minhas ideias suicidas.
Vem dar vida a este meu espírito que só pensa na morte.
Vem oferecer-me os sonhos da minha vida!
Autora:
Cristina Maria Maias Oliveira
Respeite
os direitos de autor / se copiar divulgue a autoria.
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Odes,
Poesia,
Sofrimento,
Sonho,
Sono
quarta-feira, 9 de maio de 2012
Voz
Ouço a tua voz
Que preenche os meus ouvidos
Que invade o meu cérebro
E purifica a minha mente
Ouço-a uma e outra vez
Horas a fio
Sem me fartar
Tua voz suave
Ritmada
Harmoniosa
Dá-me paz
Não penses que não te amo por não te falar
Basta-me ouvir-te
Falar, sempre
Horas a fio
Sem me fartar
Conta-me
Conta-me tudo
Só não pares de falar
Só não cales tua voz
Tenho sede de palavras
Mata-me a sede com a tua voz
Segreda-me frases de amor ao ouvido
Sibila, qual serpente bendita
Sussura letras sem sentido
Quando não tens mais assunto
Só não pares de falar
Só não cales tua voz.
Autora: Cristina Maria Maias Oliveira
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terça-feira, 24 de abril de 2012
Pintura
Mais um pequeno presente!!!!
Este poema também faz parte do meu livro, aqui ao lado, já à venda!!!
Pintura
Autora: Cristina Maria Maias Oliveira
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Este poema também faz parte do meu livro, aqui ao lado, já à venda!!!
Pintura
Fez-te o mar
Fez-te a sombra
Fez-te o luar
O horizonte.
Fez-te o céu
O azul, as
nuvens
Fez-te o verde
As árvores, o
chão
Tudo.
Fez-te a noite
Fez-te as
estrelas
Fez-te a terra,
o vento
A luz.
Fez-te assim
Fez-te como és
Para mim.
És mar, és
sombra
Luar e horizonte
O céu, as
árvores
A noite e as
estrelas
És terra, és
vento, és luz
És sonho puro
Do meu pincel.
Autora: Cristina Maria Maias Oliveira
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quarta-feira, 11 de abril de 2012
Queria de ti
Uma vez que nestes últimos dias estive muito ausente, deixo-vos um miminho muito especial:
O poema que deu o nome ao meu primeiro livro publicado!!
Espero que gostem!!
Queria de ti
Queria de ti a beleza dos campos em flor
Queria de ti a força das correntes dos rios
Queria de ti a paz do silêncio da noite
De ti quero o toque suave de uma lira.
Queria de ti um sentimento profundo
Uma paixão que devagar se transforma em amor.
Queria de ti tudo de bom
Que neste mundo vil ainda existe.
Queria de ti a protecção forte de uma montanha
Queria de ti o perfume intenso de uma rosa.
Queria de ti a transparência da água
Ou, quem sabe, talvez o calor do fogo.
De ti quero tudo.
Beleza, força, paz, suavidade, amor,
Bondade, protecção, sinceridade.
Mas o que eu quero mesmo de verdade
É estar contigo nem que seja só por uma tarde.
Autora: Cristina Maria Maias Oliveira
Respeite os direitos de autor / se copiar divulgue a autoria.
O poema que deu o nome ao meu primeiro livro publicado!!
Espero que gostem!!
Queria de ti
Queria de ti a beleza dos campos em flor
Queria de ti a força das correntes dos rios
Queria de ti a paz do silêncio da noite
De ti quero o toque suave de uma lira.
Queria de ti um sentimento profundo
Uma paixão que devagar se transforma em amor.
Queria de ti tudo de bom
Que neste mundo vil ainda existe.
Queria de ti a protecção forte de uma montanha
Queria de ti o perfume intenso de uma rosa.
Queria de ti a transparência da água
Ou, quem sabe, talvez o calor do fogo.
De ti quero tudo.
Beleza, força, paz, suavidade, amor,
Bondade, protecção, sinceridade.
Mas o que eu quero mesmo de verdade
É estar contigo nem que seja só por uma tarde.
Autora: Cristina Maria Maias Oliveira
Respeite os direitos de autor / se copiar divulgue a autoria.
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