Sei que foste embora, tentado, deixando para trás apenas o eco dos teus passos que ainda ouço ressoar.
Sei que foste embora, revoltado, sem qualquer réstia de arrependimento ou dor no teu olhar.
Sei que foste embora, decidido, apressado, sem nenhuma despedida emocionada, com rancor.
Sei que foste embora, para sempre, demente, renegando, assim, o nosso amor.
Autora: Cristina Maria Maias Oliveira
Respeite os direitos de autor / se copiar divulgue a autoria.
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quinta-feira, 25 de outubro de 2018
segunda-feira, 8 de outubro de 2018
Ninguém
Ninguém limpa as minhas lágrimas
Ninguém beija a minha face
Ninguém me liberta dos medos
Ninguém me abraça apertado.
Ninguém me diz: “Tu consegues!”
Ninguém é capaz de me escutar
Só rezo para um dia encontrar
Esse ninguém na minha vida…
Autora: Cristina Maria Maias Oliveira
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Ninguém beija a minha face
Ninguém me liberta dos medos
Ninguém me abraça apertado.
Ninguém me diz: “Tu consegues!”
Ninguém é capaz de me escutar
Só rezo para um dia encontrar
Esse ninguém na minha vida…
Autora: Cristina Maria Maias Oliveira
Respeite os direitos de autor / se copiar divulgue a autoria.
quarta-feira, 5 de setembro de 2018
Ausência
Estendo para ti a minha mão
Para sentir teu aconchego
Mas só encontro a meu lado
O teu lugar na cama vazio.
Chamo teu nome no escuro
Procuro-te pelo quarto
Por fim encaro a verdade
Já não estás mais aqui.
Depois dos beijos trocados
Depois das carícias infinitas
Depois do abraço apertado
Fico na solidão, triste.
Choro, gritando nunca mais.
Mas quando te aproximas de mim
Não consigo resistir-te
E de novo me entrego, feliz…
Autora: Cristina Maria Maias Oliveira
Respeite os direitos de autor / se copiar divulgue a autoria.
Para sentir teu aconchego
Mas só encontro a meu lado
O teu lugar na cama vazio.
Chamo teu nome no escuro
Procuro-te pelo quarto
Por fim encaro a verdade
Já não estás mais aqui.
Depois dos beijos trocados
Depois das carícias infinitas
Depois do abraço apertado
Fico na solidão, triste.
Choro, gritando nunca mais.
Mas quando te aproximas de mim
Não consigo resistir-te
E de novo me entrego, feliz…
Autora: Cristina Maria Maias Oliveira
Respeite os direitos de autor / se copiar divulgue a autoria.
segunda-feira, 22 de janeiro de 2018
Na sombra
Quando se nasce ninguém pede para nascer, não nos é dado a escolher, tal como não nos é dado a escolher quem será o nosso pai, mãe, irmãos ou o resto da família.
Ninguém escolhe nascer, tal como ninguém escolhe ir ou não para a escola, é porque tem de ser.
Quando eu nasci, nasci com um gosto amargo. Um gosto de fel de quem não é desejado. De quem entra numa família partida, desestruturada.
Uma vida condicionada, à sombra dos acontecimentos passados, vivida de forma cautelosa, reservada, castradora, para não repetir os erros dos outros, que afinal, no fim de contas, nem eram tão errados assim.
Quando nos habituamos a estar na sombra, ficamos assim mirrados, vergados, cinzentos, humildes e humilhados. Sem a cor, a vida, a postura, a determinação, a coragem de quem vive ao sol, de quem é olhado, cuidado, acarinhado, elogiado, orientado, encorajado, de quem é o centro das atenções mesmo no meio da multidão.
Os anos foram passando, nada melhorou, foi só piorando. Quem não é olhado, cuidado, acarinhado, elogiado, orientado, encorajado, quem não é o centro das atenções de seus pais nos seus primeiros anos, sente-se invisível, perdido, mirrado, vergado, cinzento, humilde e humilhado. Sem cuidado, sem carinho, sem orientação, não tomamos as melhores decisões, não conseguimos ter coragem e empoderamento para atingir os objetivos, e o fracasso começa a fazer parte do nosso dicionário mais vezes do que o desejado.
Nunca tive sucesso, sempre fui mediana, irrisória, mais uma dentro da média.
Também nunca fui absolutamente fracassada, nunca mereci a atenção dos que estão em dificuldades. Mas, lá está, sempre fui mediana, discreta, invisível.
E amargurada, amarga, invejosa, rancorosa. Carrego ainda muitas mágoas e não sei se algum dia me vou libertar delas.
Parece que não, mas é difícil ser-se assim, tão mediano, discreto, invisível, não ser olhado, cuidado, acarinhado, elogiado, orientado, encorajado, não ser o centro das atenções de ninguém, não estar ao sol, viver sempre na sombra...
sábado, 28 de setembro de 2013
Recordação
Hoje venho-vos presentear com um dos poemas que faz parte do meu livro, que dá nome a este blog, Queria de ti.
Espero que gostem e vos traga também boas recordações...
Recordação
Já não escrevo poemas como antes,
Apenas tenho a recordação
De ti, de nós.
Já não recebo as tuas cartas como antes,
Apenas tenho o consolo
De as ler de novo.
Já não distingo bem o teu rosto
O teu cheiro, o teu corpo,
Apenas sonho com o que passamos juntos.
E escrevo, mas só para te lembrar
E penso, mas só em ti
E esqueço, mas volto a recordar-te.
Amo-te. Nunca to disse.
Sinto a tua falta
Mas não sei de ti.
Volta. Digo-te em sonhos
E em poemas,
Mas tu não voltas para mim.
Sinto-me só, sem ti
Choro com dor, por ti
Quero amor, de ti.
Já não conto os meus segredos como antes,
Só os contava a ti
Agora guardo-os para mim.
Já não me liberto das mágoas como antes,
Eras tu que me libertavas
Agora elas destroem-me por dentro.
Já não rio, não sorrio
Já não sonho com o futuro
Só te invoco, te recordo.
Evoco os dias que eram dias por te ter a ti
Chamo-te na noite, não respondes
E eu fico na escuridão e no silêncio
Sem ti.
In: Queria de ti, Corpos Editora, 2012.
Autora: Cristina Maria Maias Oliveira
Respeite os direitos de autor / se copiar divulgue a autoria.
Espero que gostem e vos traga também boas recordações...
Recordação
Já não escrevo poemas como antes,
Apenas tenho a recordação
De ti, de nós.
Já não recebo as tuas cartas como antes,
Apenas tenho o consolo
De as ler de novo.
Já não distingo bem o teu rosto
O teu cheiro, o teu corpo,
Apenas sonho com o que passamos juntos.
E escrevo, mas só para te lembrar
E penso, mas só em ti
E esqueço, mas volto a recordar-te.
Amo-te. Nunca to disse.
Sinto a tua falta
Mas não sei de ti.
Volta. Digo-te em sonhos
E em poemas,
Mas tu não voltas para mim.
Sinto-me só, sem ti
Choro com dor, por ti
Quero amor, de ti.
Já não conto os meus segredos como antes,
Só os contava a ti
Agora guardo-os para mim.
Já não me liberto das mágoas como antes,
Eras tu que me libertavas
Agora elas destroem-me por dentro.
Já não rio, não sorrio
Já não sonho com o futuro
Só te invoco, te recordo.
Evoco os dias que eram dias por te ter a ti
Chamo-te na noite, não respondes
E eu fico na escuridão e no silêncio
Sem ti.
In: Queria de ti, Corpos Editora, 2012.
Autora: Cristina Maria Maias Oliveira
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sexta-feira, 21 de junho de 2013
Pensamentos
Um sem número de coisas passam pela cabeça...
Uma história inacabada, um final partido a meio...
Fico sem chão, sem paz...
Pensamentos dúbios, confusos, que me fazem ensandecer...
Sinto-me partida a meio...
Não!... Partida em mil pedacinhos...
Sinto-me pequena, incompleta,
Não me sinto eu, não me sinto nada...
Estou fora de mim,
Não me encontro...
Parece que vagueio,
Que não tenho morada...
Partiste cedo demais...
Sem aviso, sem adeus...
Deixaste-me sozinha em vão...
Sinto-me traída sem razão...
Os pensamentos sucedem-se...
Não me deixam descansar...
Sei que devo levantar-me...
Mas não vejo nenhuma razão...
Volta!
Não partas!
...
Porquê?
Autora: Cristina Maria Maias Oliveira
Respeite os direitos de autor / se copiar divulgue a autoria.
Uma história inacabada, um final partido a meio...
Fico sem chão, sem paz...
Pensamentos dúbios, confusos, que me fazem ensandecer...
Sinto-me partida a meio...
Não!... Partida em mil pedacinhos...
Sinto-me pequena, incompleta,
Não me sinto eu, não me sinto nada...
Estou fora de mim,
Não me encontro...
Parece que vagueio,
Que não tenho morada...
Partiste cedo demais...
Sem aviso, sem adeus...
Deixaste-me sozinha em vão...
Sinto-me traída sem razão...
Os pensamentos sucedem-se...
Não me deixam descansar...
Sei que devo levantar-me...
Mas não vejo nenhuma razão...
Volta!
Não partas!
...
Porquê?
Autora: Cristina Maria Maias Oliveira
Respeite os direitos de autor / se copiar divulgue a autoria.
quarta-feira, 8 de maio de 2013
Escrevo para ti estas linhas
Escrevo
para ti estas linhas.
Minhas
mãos tremem, mal seguram a caneta.
Depois
da tua partida caí num abismo profundo de infelicidade e desespero.
Um
vazio dentro de mim ao qual não consigo escapar, uma angústia sem fim que não
me deixa sossegar.
Estou
alerta, não consigo dormir nem descansar.
A
minha mente não pára de pensar em nós os dois, e o meu coração aperta até não
me deixar respirar.
Porque
partiste, porque não tentaste nos reparar?
Porque
desististe sem querer lutar?
Tanto
que ficou por dizer, tanto que ficou por revelar…
Mas
viraste-nos as costas, a minha boca calou-se, a minha mão que queria tentar
tocar-te só mais uma vez retraíu-se, e tu não olhaste para trás, partiste…
Escrevo
para ti estas linhas na esperança de que, tal como eu tenho sentido, tu sintas
a dor da minha ausência, a incompreensão de um final inacabado e injusto, a
sensação constante de que não deve ser assim…
Escrevo
para ti estas linhas porque ainda espero, ainda quero, ainda sinto, ainda
preciso… de ti...
Autora: Cristina Maria Maias Oliveira
Respeite os direitos de autor / se copiar divulgue a autoria.
sexta-feira, 6 de julho de 2012
A partida
Sei que foste embora, tentado, deixando para trás apenas o eco dos teus passos que ainda ouço ressoar.
Sei que foste embora, revoltado, sem qualquer réstia de arrependimento ou dor no teu olhar.
Sei que foste embora, decidido, apressado, sem nenhuma despedida emocionada, com rancor.
Sei que foste embora, para sempre, demente, renegando, assim, o nosso amor.
Autora: Cristina Maria Maias Oliveira
Respeite os direitos de autor / se copiar divulgue a autoria.
Sei que foste embora, revoltado, sem qualquer réstia de arrependimento ou dor no teu olhar.
Sei que foste embora, decidido, apressado, sem nenhuma despedida emocionada, com rancor.
Sei que foste embora, para sempre, demente, renegando, assim, o nosso amor.
Autora: Cristina Maria Maias Oliveira
Respeite os direitos de autor / se copiar divulgue a autoria.
quarta-feira, 13 de junho de 2012
Ninguém
Ninguém limpa as minhas lágrimas
Ninguém beija a minha face
Ninguém me liberta dos medos
Ninguém me abraça apertado.
Ninguém me diz: “Tu consegues!”
Ninguém é capaz de me escutar
Só rezo para um dia encontrar
Esse ninguém na minha vida…
Autora: Cristina Maria Maias Oliveira
Respeite os direitos de autor / se copiar divulgue a autoria.
sábado, 9 de junho de 2012
Solidão_A palavra de dois gumes - Parte 5 e última
Existem
muitas formas de encarar a solidão e são todas diferentes as pessoas que dela
sofrem…
O
que devemos aprender é a doseá-la. Uns poucos momentos de solidão na nossa vida
só fazem bem, ajudam-nos a manter o nosso próprio equilíbrio e a aumentar o
conhecimento sobre nós próprios.
No
entanto, por mais que algumas pessoas tentem negar e digam que não precisam de
ninguém e que são independentes, ninguém quer estar sozinho… Todos precisamos
da companhia de um amor, de amigos, de familiares. Todos desejamos que a
solidão seja, enfim, uns raros momentos de introspecção…
Solidão_A palavra de dois gumes - Parte 5 de 5
Autora: Cristina Maria Maias Oliveira
Respeite os direitos de autor / se copiar divulgue a autoria.
sexta-feira, 8 de junho de 2012
Solidão_A palavra de dois gumes - Parte 4
Todavia, a solidão não é apenas um mal das pessoas que subiram na vida e não tiveram tempo para a combater. Ela não se restringe a um só grupo social, atinge tudo e todos por igual e com igual impacto, todos aqueles que não souberam ou não puderam combatê-la.
A solidão atinge também e cada vez mais os mais idosos, que a sociedade marginaliza, como se eles não tivessem mais nada para dar ou como se não merecessem a sua atenção e acção, ou que os seus próprios filhos e familiares abandonam em lares duvidosos ou casas degradadas, sem apoio nem companhia.
Pessoas solitárias são também aquelas cujas escolhas na vida as ditaram à marginalização, rejeitadas pela sociedade por serem o exemplo de tudo o que ela tem de pior ou potencia: toxicodependentes, sem-abrigos, prostitutas, ex-reclusos…
E também aquelas que por terem doenças incuráveis são postas de parte, talvez por as outras pessoas terem medo e não quererem acreditar que essas doenças existem ou que, um dia, também elas podem ser vítimas delas: o caso dos doentes com SIDA ou outras doenças infecto-contagiosas, dos deficientes físicos ou mentais ou dos doentes com perturbações psiquiátricas.
Solidão_A palavra de dois gumes - Parte 4 de 5
Autora: Cristina Maria Maias Oliveira
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quarta-feira, 6 de junho de 2012
Solidão_A palavra de dois gumes - Parte 3
No entanto, a solidão é uma palavra de dois gumes… e o que parece ser um paraíso para uns, para outros pode ser um verdadeiro inferno…
Numa sociedade que dá primazia ao ter uma grande carreira profissional, ao ganhar muito dinheiro e ostentar grandes bens, e que nos leva a pensar que só assim seremos homens e mulheres de sucesso, é cada vez mais difícil encontrar amigos sinceros e amores verdadeiros, e as pessoas entregam-se a relações superficiais e falsas, que logo acabam em lágrimas e sofrimento.
Enquanto se é jovem, não se dá imediatamente conta disso e continua-se a alimentar a carreira profissional e a fazer crescer o dinheiro para se acumular mais bens. Mas, quando se começa a envelhecer e a carreira já está concluída, o dinheiro guardado e os bens acumulados, só aí se dá conta de que ainda falta algo… Falta o amor, a amizade, a bondade, a tolerância, a paz, falta alegria e felicidade…
E, então, começa-se a procurá-los, mas não se sabe como os procurar, onde os procurar, porque eles não se compram nem se mandam fazer. E como exigem novos métodos que não os aplicados no trabalho, depressa se desiste de os procurar e entregámo-nos à solidão de uma casa grande e rica, mas vazia, oca.
Solidão_A palavra de dois gumes - Parte 3 de 5
Autora: Cristina Maria Maias Oliveira
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terça-feira, 5 de junho de 2012
Solidão_A palavra de dois gumes - Parte 2
Então refugiam-se em casa, na solidão de quatro paredes, descansam, mais a mente do que o corpo. Não ligam a televisão, porque aí a frustração seria ainda maior. Mas ouvem música, suave e reconfortante, que os faz pensar que o paraíso existe e que o amor, a amizade, a bondade, a tolerância, a paz podem estar ali, contidas nessa música tão bela e harmoniosa. Ou, então, lêem um livro e transportam-se para outros lugares, belos, esquecidos do tempo, onde a natureza ainda vive, onde as pessoas ainda eram boas e inocentes…
E na solidão e no silêncio da noite são outra vez seres humanos livres e não escravos da sociedade e do mundo moderno. E, então, sentem-se bem e felizes, pelo menos até ao nascer do dia.
A solidão pode, então, ser considerada uma palavra boa, já que é estando sós que nos redescobrimos a nós próprios, que somos quem realmente somos, que reencontramos a paz dentro de nós…
Solidão_A palavra de dois gumes - Parte 2 de 5
Autora: Cristina Maria Maias Oliveira
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segunda-feira, 4 de junho de 2012
Solidão_A palavra de dois gumes - Parte 1
Solidão. Segundo o Grande Dicionário da Língua Portuguesa, solidão é o estado do que está só, de uma pessoa solitária, apartada do mundo.
Na realidade, às vezes, é benéfico apartarmo-nos do mundo. Afinal, o mundo está tão mal, tão desigual, com tantas pessoas a viver demasiado bem e outras a morrer à fome, com tantas guerras e tanta violência. As pessoas já não sabem o significado da palavra amor, amizade, bondade, tolerância, paz,… Vivem obcecadas com o subir na vida a todo o custo, nem que tenham de pisar os outros no caminho, ganhar cada vez mais dinheiro, mostrar aos outros as riquezas e os estatutos que vão adquirindo…
Mas algumas pessoas não são assim, e ao fim de um dia cansativo de trabalho e de correria, refugiam-se depressa em casa para fugir a esse mundo superficial e enganador, para apartar-se dessas pessoas demasiado ambiciosas, para fugir à frustração de ver as injustiças que acontecem, para fugir à frustração de ver que as pessoas não são o que parecem…
Solidão_A palavra de dois gumes - Parte 1 de 5
Autora: Cristina Maria Maias Oliveira
Respeite os direitos de autor / se copiar divulgue a autoria.
domingo, 20 de maio de 2012
Ausência
Estendo para ti a minha mão
Para sentir teu aconchego
Mas só encontro a meu lado
O teu lugar na cama vazio.
Chamo teu nome no escuro
Procuro-te pelo quarto
Por fim encaro a verdade
Já não estás mais aqui.
Depois dos beijos trocados
Depois das carícias infinitas
Depois do abraço apertado
Fico na solidão, triste.
Choro, gritando nunca mais.
Mas quando te aproximas de mim
Não consigo resistir-te
E de novo me entrego, feliz…
Autora: Cristina Maria Maias Oliveira
Respeite os direitos de autor / se copiar divulgue a autoria.
Mas só encontro a meu lado
O teu lugar na cama vazio.
Chamo teu nome no escuro
Procuro-te pelo quarto
Por fim encaro a verdade
Já não estás mais aqui.
Depois dos beijos trocados
Depois das carícias infinitas
Depois do abraço apertado
Fico na solidão, triste.
Choro, gritando nunca mais.
Mas quando te aproximas de mim
Não consigo resistir-te
E de novo me entrego, feliz…
Autora: Cristina Maria Maias Oliveira
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