Chiu!
Calem-se!
Parem!
Deixem-me ouvir o Silêncio!
Ah! Eu gosto de ouvir o Silêncio
De ouvir o que ele diz!
Dá-me uma paz ouvir o Silêncio…!
Ah! Bendito Silêncio!
Tu dás paz à minha alma
Fazes voar o meu espírito
E ele voa, ah, voa para longe deste inferno!
Voa para o longínquo tempo onde havia natureza
Onde se ouvia o barulho das folhas das árvores moverem-se ao sabor do vento
Onde as águas dos rios corriam livres no seu percurso
Onde se acordava com o cantar dos pássaros
E onde até, por vezes, se ouvia o desabrochar das flores…!
Ah! Que saudades desse tempo!
Mata-me as saudades do tempo em que eu era feliz!
Ah! Bendito Silêncio!
Inunda os meus ouvidos com a tua voz
E transporta-me de novo para esse tempo…
Autora: Cristina Maria Maias Oliveira
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segunda-feira, 1 de outubro de 2018
domingo, 20 de maio de 2018
Queria de ti
Queria de ti a beleza dos campos em flor
Queria de ti a força das correntes dos rios
Queria de ti a paz do silêncio da noite
De ti quero o toque suave de uma lira.
Queria de ti um sentimento profundo
Uma paixão que devagar se transforma em amor.
Queria de ti tudo de bom
Que neste mundo vil ainda existe.
Queria de ti a protecção forte de uma montanha
Queria de ti o perfume intenso de uma rosa.
Queria de ti a transparência da água
Ou, quem sabe, talvez o calor do fogo.
De ti quero tudo.
Beleza, força, paz, suavidade, amor,
Bondade, protecção, sinceridade.
Mas o que eu quero mesmo de verdade
É estar contigo nem que seja só por uma tarde.
Autora: Cristina Maria Maias Oliveira
Respeite os direitos de autor / se copiar divulgue a autoria.
Queria de ti a força das correntes dos rios
Queria de ti a paz do silêncio da noite
De ti quero o toque suave de uma lira.
Queria de ti um sentimento profundo
Uma paixão que devagar se transforma em amor.
Queria de ti tudo de bom
Que neste mundo vil ainda existe.
Queria de ti a protecção forte de uma montanha
Queria de ti o perfume intenso de uma rosa.
Queria de ti a transparência da água
Ou, quem sabe, talvez o calor do fogo.
De ti quero tudo.
Beleza, força, paz, suavidade, amor,
Bondade, protecção, sinceridade.
Mas o que eu quero mesmo de verdade
É estar contigo nem que seja só por uma tarde.
Autora: Cristina Maria Maias Oliveira
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sábado, 9 de junho de 2012
Solidão_A palavra de dois gumes - Parte 5 e última
Existem
muitas formas de encarar a solidão e são todas diferentes as pessoas que dela
sofrem…
O
que devemos aprender é a doseá-la. Uns poucos momentos de solidão na nossa vida
só fazem bem, ajudam-nos a manter o nosso próprio equilíbrio e a aumentar o
conhecimento sobre nós próprios.
No
entanto, por mais que algumas pessoas tentem negar e digam que não precisam de
ninguém e que são independentes, ninguém quer estar sozinho… Todos precisamos
da companhia de um amor, de amigos, de familiares. Todos desejamos que a
solidão seja, enfim, uns raros momentos de introspecção…
Solidão_A palavra de dois gumes - Parte 5 de 5
Autora: Cristina Maria Maias Oliveira
Respeite os direitos de autor / se copiar divulgue a autoria.
terça-feira, 5 de junho de 2012
Solidão_A palavra de dois gumes - Parte 2
Então refugiam-se em casa, na solidão de quatro paredes, descansam, mais a mente do que o corpo. Não ligam a televisão, porque aí a frustração seria ainda maior. Mas ouvem música, suave e reconfortante, que os faz pensar que o paraíso existe e que o amor, a amizade, a bondade, a tolerância, a paz podem estar ali, contidas nessa música tão bela e harmoniosa. Ou, então, lêem um livro e transportam-se para outros lugares, belos, esquecidos do tempo, onde a natureza ainda vive, onde as pessoas ainda eram boas e inocentes…
E na solidão e no silêncio da noite são outra vez seres humanos livres e não escravos da sociedade e do mundo moderno. E, então, sentem-se bem e felizes, pelo menos até ao nascer do dia.
A solidão pode, então, ser considerada uma palavra boa, já que é estando sós que nos redescobrimos a nós próprios, que somos quem realmente somos, que reencontramos a paz dentro de nós…
Solidão_A palavra de dois gumes - Parte 2 de 5
Autora: Cristina Maria Maias Oliveira
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quinta-feira, 31 de maio de 2012
Ode ao Silêncio
Chiu!
Calem-se!
Parem!
Deixem-me ouvir o Silêncio!
Ah! Eu gosto de ouvir o Silêncio
De ouvir o que ele diz!
Dá-me uma paz ouvir o Silêncio…!
Ah! Bendito Silêncio!
Tu dás paz à minha alma
Fazes voar o meu espírito
E ele voa, ah, voa para longe deste inferno!
Voa para o longínquo tempo onde havia natureza
Onde se ouvia o barulho das folhas das árvores moverem-se ao sabor do vento
Onde as águas dos rios corriam livres no seu percurso
Onde se acordava com o cantar dos pássaros
E onde até, por vezes, se ouvia o desabrochar das flores…!
Ah! Que saudades desse tempo!
Mata-me as saudades do tempo em que eu era feliz!
Ah! Bendito Silêncio!
Inunda os meus ouvidos com a tua voz
E transporta-me de novo para esse tempo…
Autora:
Cristina Maria Maias Oliveira
Respeite
os direitos de autor / se copiar divulgue a autoria.
quarta-feira, 11 de abril de 2012
Queria de ti
Uma vez que nestes últimos dias estive muito ausente, deixo-vos um miminho muito especial:
O poema que deu o nome ao meu primeiro livro publicado!!
Espero que gostem!!
Queria de ti
Queria de ti a beleza dos campos em flor
Queria de ti a força das correntes dos rios
Queria de ti a paz do silêncio da noite
De ti quero o toque suave de uma lira.
Queria de ti um sentimento profundo
Uma paixão que devagar se transforma em amor.
Queria de ti tudo de bom
Que neste mundo vil ainda existe.
Queria de ti a protecção forte de uma montanha
Queria de ti o perfume intenso de uma rosa.
Queria de ti a transparência da água
Ou, quem sabe, talvez o calor do fogo.
De ti quero tudo.
Beleza, força, paz, suavidade, amor,
Bondade, protecção, sinceridade.
Mas o que eu quero mesmo de verdade
É estar contigo nem que seja só por uma tarde.
Autora: Cristina Maria Maias Oliveira
Respeite os direitos de autor / se copiar divulgue a autoria.
O poema que deu o nome ao meu primeiro livro publicado!!
Espero que gostem!!
Queria de ti
Queria de ti a beleza dos campos em flor
Queria de ti a força das correntes dos rios
Queria de ti a paz do silêncio da noite
De ti quero o toque suave de uma lira.
Queria de ti um sentimento profundo
Uma paixão que devagar se transforma em amor.
Queria de ti tudo de bom
Que neste mundo vil ainda existe.
Queria de ti a protecção forte de uma montanha
Queria de ti o perfume intenso de uma rosa.
Queria de ti a transparência da água
Ou, quem sabe, talvez o calor do fogo.
De ti quero tudo.
Beleza, força, paz, suavidade, amor,
Bondade, protecção, sinceridade.
Mas o que eu quero mesmo de verdade
É estar contigo nem que seja só por uma tarde.
Autora: Cristina Maria Maias Oliveira
Respeite os direitos de autor / se copiar divulgue a autoria.
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