Contigo tinha tudo:
Ambição, Esperança, Sonhos.
E agora sem ti o que tenho?
Que irei ambicionar?
O que hei-de esperar?
Com quem irei sonhar?
Maldito o dia em que te conheci!
...
Em que dia foi?!
Autora: Cristina Maria Maias Oliveira
Respeite os direitos de autor / se copiar divulgue a autoria.
quarta-feira, 16 de maio de 2018
segunda-feira, 14 de maio de 2018
Cravos
Põe este cravo sob o teu cabelo
Um cravo branco como a paz e belo
Podia ser vermelho como a madrugada
Lembrando a luta pela liberdade
Mas é branco como a paz e belo...
Autora: Cristina Maria Maias Oliveira
Respeite os direitos de autor / se copiar divulgue a autoria.
Um cravo branco como a paz e belo
Podia ser vermelho como a madrugada
Lembrando a luta pela liberdade
Mas é branco como a paz e belo...
Autora: Cristina Maria Maias Oliveira
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sábado, 12 de maio de 2018
Janela
Naquela janela
Vi a luz do sol
Sob o campo verde
Vi-te a ti correndo
Cabelo ao vento
Asinhas nos pés
Como um deus correndo
Que desceu do céu
Anjo tu não eras
Eras feiticeiro
Pois me enfeitiçaste
Enquanto corrias
E eu te olhava
Naquela janela
Virada para o sol.
Autora: Cristina Maria Maias Oliveira
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Vi a luz do sol
Sob o campo verde
Vi-te a ti correndo
Cabelo ao vento
Asinhas nos pés
Como um deus correndo
Que desceu do céu
Anjo tu não eras
Eras feiticeiro
Pois me enfeitiçaste
Enquanto corrias
E eu te olhava
Naquela janela
Virada para o sol.
Autora: Cristina Maria Maias Oliveira
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quinta-feira, 10 de maio de 2018
Vou despir-me, vou arrancar a minha roupa e atirá-la para um canto
Como quem despe, arranca e atira para um canto a sua alma.
Autora: Cristina Maria Maias Oliveira
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Como quem despe, arranca e atira para um canto a sua alma.
Autora: Cristina Maria Maias Oliveira
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terça-feira, 8 de maio de 2018
Amar
Dizem que amar é sofrer
"Quem cedo começa a amar, cedo começa a sofrer"
É verdade, ninguém o nega.
Porém, se não se amar e não se sofrer
Nunca se há-de viver
Por isso, não tenhas medo de amar
Nem tenhas medo de sofrer
Senão, um dia, quando a vida passar
E olhares para trás
Verás que nunca viveste
E aí sim, começarás a sofrer
E já não conseguirás amar...
Autora: Cristina Maria Maias Oliveira
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"Quem cedo começa a amar, cedo começa a sofrer"
É verdade, ninguém o nega.
Porém, se não se amar e não se sofrer
Nunca se há-de viver
Por isso, não tenhas medo de amar
Nem tenhas medo de sofrer
Senão, um dia, quando a vida passar
E olhares para trás
Verás que nunca viveste
E aí sim, começarás a sofrer
E já não conseguirás amar...
Autora: Cristina Maria Maias Oliveira
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domingo, 6 de maio de 2018
Amizade
Numa noite de luar
Com o céu pleno de estrelas
Na janela do meu quarto
Sentada estava a pensar
Pensava na vida e no mundo
Nas coisas que nos são ocultadas
No valor dos sentiimentos
No valor da amizade.
Na amizade que me foi
Desde sempre negada,
Na amizade que hoje em dia
Sinto cada vez mais presente.
Em ti então pensava,
Em ti como amigo
Amigo verdadeiro
Que nunca se esquece de mim.
Agora eu compreendo
Agora eu já sei:
Não há felicidade na vida
Se não tivermos amigos
Amigos verdadeiros, como tu...
Autora: Cristina Maria Maias Oliveira
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Com o céu pleno de estrelas
Na janela do meu quarto
Sentada estava a pensar
Pensava na vida e no mundo
Nas coisas que nos são ocultadas
No valor dos sentiimentos
No valor da amizade.
Na amizade que me foi
Desde sempre negada,
Na amizade que hoje em dia
Sinto cada vez mais presente.
Em ti então pensava,
Em ti como amigo
Amigo verdadeiro
Que nunca se esquece de mim.
Agora eu compreendo
Agora eu já sei:
Não há felicidade na vida
Se não tivermos amigos
Amigos verdadeiros, como tu...
Autora: Cristina Maria Maias Oliveira
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sexta-feira, 4 de maio de 2018
Star
I have a star
In the night
That looks at me
When I go out
I have a star
That always bright
In the black sky
She's always there
But in different places
All I have to do
Is look above
Oh holy star
Look after me
I am afraid
To be alone
So let me look
At you all night
Don't let the clouds
Hide you
I have a star
That keeps me warm
Inside my soul.
Autora: Cristina Maria Maias Oliveira
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In the night
That looks at me
When I go out
I have a star
That always bright
In the black sky
She's always there
But in different places
All I have to do
Is look above
Oh holy star
Look after me
I am afraid
To be alone
So let me look
At you all night
Don't let the clouds
Hide you
I have a star
That keeps me warm
Inside my soul.
Autora: Cristina Maria Maias Oliveira
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terça-feira, 1 de maio de 2018
Love
I could spent my life at your side
I could look at you without sleep
I could wait for you everyday
Just to hear your voice
Just to feel your touch
Just to sleep with you
And wake up in the morning
With your kiss
Just to stay with you
Just to be with you
Forever
Autora: Cristina Maria Maias Oliveira
Respeite os direitos de autor / se copiar divulgue a autoria.
I could look at you without sleep
I could wait for you everyday
Just to hear your voice
Just to feel your touch
Just to sleep with you
And wake up in the morning
With your kiss
Just to stay with you
Just to be with you
Forever
Autora: Cristina Maria Maias Oliveira
Respeite os direitos de autor / se copiar divulgue a autoria.
domingo, 29 de abril de 2018
Come back to me
I´m unhappy
I can´t live
I´m so sad
I can´t breathe.
Without you
I´m so bad
I´m confused
I´m in hell.
Please come back
Please be here
I need you
To survive.
If you´re human
If you have heart
Please come back
Don´t hurt me.
My life has no sense
My heart is so cold
So please come back,
Come back to me, love.
Autora: Cristina Maria Maias Oliveira
Respeite os direitos de autor / se copiar divulgue a autoria.
I can´t live
I´m so sad
I can´t breathe.
Without you
I´m so bad
I´m confused
I´m in hell.
Please come back
Please be here
I need you
To survive.
If you´re human
If you have heart
Please come back
Don´t hurt me.
My life has no sense
My heart is so cold
So please come back,
Come back to me, love.
Autora: Cristina Maria Maias Oliveira
Respeite os direitos de autor / se copiar divulgue a autoria.
sábado, 28 de abril de 2018
Dreams
I want to be free like the birds
I want to be small like an ant
I want to live under the earth like the mole
Not to see the world as it really is.
I want to live in the Amazon
With the animals and the native
Not to face the "civilized men"
Who talk of peace and make the war.
I don´t want poverty,
I don´t want hunger,
I don´t want war
Or the other atrocities of our world.
I just want to sleep for a hundred years
Dreaming with a better world.
Perhaps when i wake up
The world will be like the one in my dream...
Autora: Cristina Maria Maias Oliveira
Respeite os direitos de autor / se copiar divulgue a autoria.
I want to be small like an ant
I want to live under the earth like the mole
Not to see the world as it really is.
I want to live in the Amazon
With the animals and the native
Not to face the "civilized men"
Who talk of peace and make the war.
I don´t want poverty,
I don´t want hunger,
I don´t want war
Or the other atrocities of our world.
I just want to sleep for a hundred years
Dreaming with a better world.
Perhaps when i wake up
The world will be like the one in my dream...
Autora: Cristina Maria Maias Oliveira
Respeite os direitos de autor / se copiar divulgue a autoria.
segunda-feira, 22 de janeiro de 2018
Na sombra
Quando se nasce ninguém pede para nascer, não nos é dado a escolher, tal como não nos é dado a escolher quem será o nosso pai, mãe, irmãos ou o resto da família.
Ninguém escolhe nascer, tal como ninguém escolhe ir ou não para a escola, é porque tem de ser.
Quando eu nasci, nasci com um gosto amargo. Um gosto de fel de quem não é desejado. De quem entra numa família partida, desestruturada.
Uma vida condicionada, à sombra dos acontecimentos passados, vivida de forma cautelosa, reservada, castradora, para não repetir os erros dos outros, que afinal, no fim de contas, nem eram tão errados assim.
Quando nos habituamos a estar na sombra, ficamos assim mirrados, vergados, cinzentos, humildes e humilhados. Sem a cor, a vida, a postura, a determinação, a coragem de quem vive ao sol, de quem é olhado, cuidado, acarinhado, elogiado, orientado, encorajado, de quem é o centro das atenções mesmo no meio da multidão.
Os anos foram passando, nada melhorou, foi só piorando. Quem não é olhado, cuidado, acarinhado, elogiado, orientado, encorajado, quem não é o centro das atenções de seus pais nos seus primeiros anos, sente-se invisível, perdido, mirrado, vergado, cinzento, humilde e humilhado. Sem cuidado, sem carinho, sem orientação, não tomamos as melhores decisões, não conseguimos ter coragem e empoderamento para atingir os objetivos, e o fracasso começa a fazer parte do nosso dicionário mais vezes do que o desejado.
Nunca tive sucesso, sempre fui mediana, irrisória, mais uma dentro da média.
Também nunca fui absolutamente fracassada, nunca mereci a atenção dos que estão em dificuldades. Mas, lá está, sempre fui mediana, discreta, invisível.
E amargurada, amarga, invejosa, rancorosa. Carrego ainda muitas mágoas e não sei se algum dia me vou libertar delas.
Parece que não, mas é difícil ser-se assim, tão mediano, discreto, invisível, não ser olhado, cuidado, acarinhado, elogiado, orientado, encorajado, não ser o centro das atenções de ninguém, não estar ao sol, viver sempre na sombra...
terça-feira, 22 de março de 2016
Dividida
Mais uma vez, tenho andado desaparecida da blogosfera, mais uma vez nada tenho escrito nem tenho visitado os meus blogues mais queridos...
A verdade é que o papel de mãe tem exigido mais de mim do que alguma vez imaginei. Bem, não é bem o papel de mãe, mas sim o conjunto de papéis que represento na vida e na sociedade.
Sinto o que, de certeza, todas as mulheres sentem: dividida entre os vários papéis que represento sem, no fundo, representar a 100% nenhum deles.
Mais alguém se sente assim?
quinta-feira, 7 de janeiro de 2016
Este ano não dei cavaco a ninguém!
Este ano não dei cavaco a ninguém!
Não desejei Feliz Natal nem Feliz Ano Novo nem no blogue nem em nenhuma das redes sociais, não mandei mensagens nem emails a ninguém, não fiz balanços como costumo fazer...
Enfim, toda a loucura que invade a blogosfera e as redes sociais nestes dias a mim passou-me ao lado, confesso.
Não é que não tenha tido espírito natalício ou de festa, na verdade até tive mais do que nos anos anteriores. Apenas virei-me mais para o interior, para a casa, para a família e para o meu filho, pois claro!
Este ano foi especial, foi emocionante, foi uma descoberta. Foi como se nunca tivesse sido Natal e só este ano tivéssemos conhecido tal tradição. Tudo foi feito como se fosse a primeira vez, porque foi a primeira vez para o meu filho! Pelo menos foi a primeira vez que ele percebeu qualquer coisinha do Natal e das festas :)
Parece lamechas e cliché, mas é verdade, não se pode negar. Tudo o que é novo para ele, o que ele vê ou sente pela primeira vez não deixa de ser sentido por nós pela primeira vez, pois é inevitável pormos-nos no lugar dele ao ver o seu olhar, a sua admiração e surpresa!
É delicioso!
Por isso, este ano não dei cavaco a ninguém!
Estive bastante absorvida, introvertida e encantada pelo meu menino! :)
Mas como não sou assim tão reles e mal educada, apesar de já estarmos a dia 7, desejo a todos os que me visitam neste meu cantinho um Feliz e Próspero Ano de 2016!
Sejam felizes e deixem-se encantar!
domingo, 20 de dezembro de 2015
Como curar uma acumuladora nata?
Deixei de me dedicar ao blogue. Decidi dedicar-me ao lar.
Trazer o resto das minhas coisas da minha antiga casa. Escolher com o que quero ficar, deitar fora o que já nem para dar serve, dar o que está em condições.
Enfim, um trabalho que parece que não, mas é demorado e um bocado complicado para mim.
É que eu sou uma acumuladora nata. Acumulo as mais variadas coisas, maioritariamente livros, revistas e papéis. E pequenas coisas que constituem as mais variadas recordações. Inclusive ainda tenho muitos dos brinquedos da minha infância. A maioria está agora com o meu filho, mas muitos deles são bonecas ou já estão estragados e nem servem para nada. Mas não consigo livrar-me deles...
Tenho relembrado quase toda a minha vida durante esta organização. Cada livro, cada papel, cada carta, cada caderno, cada pequeno objeto conta uma história e constitui um significado para mim.
É difícil escolher o que guardar, o que deitar fora, o que dar...
Afinal, como curar uma acumuladora nata?
Trazer o resto das minhas coisas da minha antiga casa. Escolher com o que quero ficar, deitar fora o que já nem para dar serve, dar o que está em condições.
Enfim, um trabalho que parece que não, mas é demorado e um bocado complicado para mim.
É que eu sou uma acumuladora nata. Acumulo as mais variadas coisas, maioritariamente livros, revistas e papéis. E pequenas coisas que constituem as mais variadas recordações. Inclusive ainda tenho muitos dos brinquedos da minha infância. A maioria está agora com o meu filho, mas muitos deles são bonecas ou já estão estragados e nem servem para nada. Mas não consigo livrar-me deles...
Tenho relembrado quase toda a minha vida durante esta organização. Cada livro, cada papel, cada carta, cada caderno, cada pequeno objeto conta uma história e constitui um significado para mim.
É difícil escolher o que guardar, o que deitar fora, o que dar...
Afinal, como curar uma acumuladora nata?
terça-feira, 10 de novembro de 2015
Formas e feitios
De todas as formas e de todos os feitios, sei que me amas...
Mas não tanto, talvez, da forma e do feitio em que eu mais gostaria de ser amada...
Esta contradição, este desfasamento entre nós dá cabo de mim e do nós todos os dias...
Será impossível encontrar no meio de todas as formas e de todos os feitios entre nós uma única forma e um único feitio perfeito para os dois?...
Autora: Cristina Maria Maias Oliveira
Respeite os direitos de autor / se copiar divulgue a autoria.
Mas não tanto, talvez, da forma e do feitio em que eu mais gostaria de ser amada...
Esta contradição, este desfasamento entre nós dá cabo de mim e do nós todos os dias...
Será impossível encontrar no meio de todas as formas e de todos os feitios entre nós uma única forma e um único feitio perfeito para os dois?...
Autora: Cristina Maria Maias Oliveira
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